Thales Menezes

Thales Menezes

Com contrato se encerrando no próximo dia 25 de março, Guilherme pode voltar ao Cruzeiro.

 

Mesmo evitando entusiasmo, a diretoria celeste monitora a situação do meia-atacante de 26 anos e nem o seu estafe descarta o negócio. Um de seus empresários, Ivan Suarez, dá praticamente como nula a chance do atleta continuar no Atlético-MG.

"A última vez que conversei com eles foi noventa dias atrás. Até desconsidero o que foi falado naquela ocasião. Faltam 15 dias e não houve mais nada. Vamos ver se sentamos antes do fim desse prazo. Não estou nem concentrado nisso, mas no retorno dele a campo (semana que vem)", afirma Suarez ao ESPN.com.br.

 

O agente mantém excelente relação com o gerente de futebol cruzeirense Valdir Barbosa.

 

"Não tem nenhuma conversa nesse sentido, mas o Guilherme tem uma história no Cruzeiro e é profissional. É natural que exista o interesse de diversas partes e não excluimos nenhuma delas", prossegue.

 

Com um salário mensal de R$ 300 mil, o jogador se recupera de lesão e deve voltar a ficar a disposição na Cidade do Galo. Ex-Dínamo Kiev, ele custou US$ 8,5 milhões (cerca de R$ 14 milhões, de acordo com a cotação da época) aos cofres alvinegros, mas enfrentou diversos problemas físicos e lidou com críticas por conta de sua suposta falta de ambição.

 

O desejo de permanecer em Belo Horizonte poderia pesar numa transferência para a Toca da Raposa II. O maior empecilho está em sua inscrição na Libertadores pelo Atlético-MG.

 

Ele se movimenta no mercado e concedeu recentemente autorização para que o luso-brasileiro Deco tentasse ofertas no exterior, acordo revelado pelo portal Superesportes.

 

"Foi uma coincidência ter acontecido nesse momento. Renovando ou não, o exterior não deixa de ser uma possibilidade, ele é novo e tem talento. É sempre importante estar rodeado de pessoas influentes e o Deco é uma delas", conclui o empresário Ivan Suarez.

 

 

 

 

 

Fonte: ESPN

A Copa do Brasil começa para o Flamengo nesta quarta-feira, quando o campeão carioca visita o Brasil de Pelotas a partir das 22h(de Brasília), no Estádio Bento Freitas, em Pelotas (RS), pela partida de ida da primeira fase.

 

A ESPN BRASIL TRANSMITE O DUELO. Os flamenguistas, que ganharam o torneio em 1990, 2006 e 2013, chegam apostando na manutenção da base do ano passado, que tem feito boa campanha no Estadual, onde o Rubro-Negro, que vem de empate por 1 a 1 com o Madureira, aparece na segunda posição com 14 pontos, dois a menos que o líder Botafogo.

 

Porém, o sorteio que definiu o rival da estreia não foi dos mais agradáveis para o Flamengo. Isso porque o Brasil de Pelotas é um time que joga ao melhor estilo do futebol do Rio Grande do Sul, com muita marcação e correria. A equipe vem de empate por 1 a 1 com o Lajeadense, pelo Campeonato Gaúcho, onde aparece na quinta colocação, com 12 pontos, apenas dois a menos que o líder São José.

 

O bom momento do Brasil faz os flamenguistas não pensarem na possibilidade de uma vitória por dois ou mais gols de diferença, o que eliminaria a necessidade do confronto de volta, previsto para 18 de março, no Maracanã, no Rio de Janeiro.

 

"Não vamos enfrentar um adversário qualquer, fácil de ser batido. Trata-se de um time que vem jogando com muita pegada, qualidade e que conseguiu grandes resultados esse ano, como ganhar do Grêmio na Arena do Grêmio. Nosso primeiro objetivo é conseguir um resultado que leve a decisão para a partida de volta", disse o técnico do Flamengo, Vanderlei Luxemburgo.

 

Os jogadores do Flamengo concordam com o companheiro e acreditam que apenas com personalidade os cariocas conquistarão um bom resultado no Sul do país.

 

"Sabemos que o Brasil é muito forte em Pelotas. Porém, o Flamengo precisa jogar com muita personalidade e procurando se impor desde os primeiros minutos. Precisamos marcar gols como visitantes para termos mais chances de nos classificarmos", afirmou o volante Márcio Araújo.

 

Em termos de escalação, Vanderlei Luxemburgo tem um sério problema. O meia Everton, com edema na coxa esquerda, é o desfalque e fica de fora. Arthur Maia e Nixon disputam a sua vaga. Em compensação, o zagueiro Wallace, que cumpriu suspensão contra o Madureira, reaparece na vaga de Bressan. O atacante Alecsandro, livre de um edema na coxa direita, fica como opção no banco de reservas.

 

Pelo lado do Brasil de Pelotas, o técnico Rogério Zimmermann quer ver sua equipe jogando com alegria.

 

"Nós sabemos que será um jogo muito complicado, pois vamos enfrentar uma das grandes forças do futebol brasileiro, que conta com um elenco recheado de jogadores renomados. Mas o Brasil de Pelotas também tem um grupo de muita fibra e vontade de escrever um capítulo muito bonito na Copa do Brasil. Portanto, vamos a campo para jogar com determinação, empenho, mas também com muita alegria de estarmos nesta disputa", analisou Rogério Zimmermann.

 

A escalação do Brasil só será definida minutos antes do confronto. O zagueiro Cirilo e o atacante Márcio Jonatan, suspensos pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), ficam de fora. Assim, Ricardo Schneider entra na zaga e Alex Amado no ataque. O zagueiro Fernando Cardozo, com dores no músculo posterior da coxa esquerda, é dúvida, podendo ceder seu posto para Ricardo Bierhals.

 

 

 

 

 

 

Fonte: ESPN       /Foto: Gilvan de Sousa/Flamengo

O início de temporada do Atlético-MG não tem sido o esperado pela torcida alvinegra, que vê o time perdendo rendimento e somando duas derrotas seguidas.

 

Para dar a volta por cima, a equipe alvinegra vai buscar a reabilitação na Libertadores em jogo contra os mexicanos do Atlas, que será realizado nesta quarta-feira, às 19h45 (de Brasília), no Independência.

Na estreia na competição continental, o Atlético-MG perdeu para o Colo-Colo e novo revés pode complicar a vida dos mineiros na caminhada rumo ao bicampeonato da Libertadores. Entre os jogadores, é unanimidade que o time caiu de produção, mas o zagueiro capitão da equipe Leonardo Silva, fala que o clube dará a volta por cima começando do jogo desta quarta.

 

"Dois tropeços fazem com que repensemos algumas coisas, mas vamos trabalhar para dar a volta por cima e vencer na quarta-feira que tudo muda. O Atlas é um time de muita qualidade, que também perdeu na primeira rodada e precisa vencer. Eles têm a mesma qualidade das outras equipes mexicanas, e precisamos ter atenção para controlar a equipe do Atlas e fazer um grande jogo para sair com a vitória", disse.

Para encarar os mexicanos, o técnico Levir Culpi segue com problemas nas laterais. Marcos Rocha, na direita, e Douglas Santos, na esquerda, seguem vetados pelo departamento médico. No ataque, o argentino Lucas Prato também está machucado, lesão que tem tirado o sono do treinador, que não tem substituto para o atleta.

 

Nas alas, Patric e Pedro Botelho seguem atuando, mas, no ataque, o problema é maior já que Jô não marca gols há quase um ano e também está fora do jogo desta quarta por motivo de lesão. As opções ficam entre Carlos, que não é um atacante de área, e André, que assim como Jô vive um momento muito ruim na carreira.

 

Se o Atlético-MG precisa vencer a partida a qualquer custo, o mesmo se pode dizer dos mexicanos do Atlas, que estrearam na Libertadores com derrota para o Santa Fé, em casa. A equipe mexicana aposta na experiência e na rodagem de vários jogadores estrangeiros para tentar surpreender os brasileiros no Horto.

O Atlas conta, inclusive, com um brasileiro, que é pouco conhecido aqui no Brasil, mas tem agradado no time do México. Trata-se do atacante Keno, que já jogou pelo Santa Cruz e tem passado informações do Atlético-MG para os companheiros de equipe. O jogador admite que os dois times vão entrar campo pressionados pelas derrotas nas estreias.

 

"É uma pressão muito grande, ambos vêm de derrota. Mas eles estão jogando em casa, e têm muito mais pressão por isso do que nós. Temos que saber que o time deles é muito bom. Sabemos que jogar no Horto é muito complicado. Mas estamos com a cabeça tranquila, sabemos que precisamos do resultado. Vou tentar ajudar o treinador com alguma coisa sobre o time, que eu sei que é muito bom na bola aérea e no contra-ataque", declarou.

 

 

 

 

Fonte: ESPN

Alexandre Pato do São Paulo tem muito mais fome de gol que o do Corinthians. É esta a conclusão que se chega ao se avaliar os números da Footstats referentes ao jogador nestes pouco mais de dois anos de seu retorno ao Brasil.

 

Pelo time tricolor, onde está por empréstimo desde 11 de fevereiro de 2014 e custa R$ 510 mil por mês, o atacante precisa, por exemplo, de 2,5 partidas para mandar a bola para as redes.

No rival alvinegro, que o repatriou do Milan em 3 de janeiro de 2013 por R$ 40,5 milhões e ainda lhe paga R$ 400 mil mensais, ele demorava bem mais: 3,64 partidas, logo, uma diferença acima de 90 minutos - ou um jogo inteiro a mais.

 

No São Paulo, Pato também é mais certeiro: faz um gol a cada 4,77 finalizações, enquanto no Corinthians precisava de 6,88 tentativas para colocar a bola nas redes, ou seja, duas a mais.  

 

Contra o Audax, no último sábado, o jogador de 25 anos chegou a 18 gols em 45 confrontos com a camisa tricolor, uma média, ainda ruim, de 0,4 por jogo; no rival paulista, anotou 17 em 62 partidas, média pífia de 0,27.

Neste início de 2015, Pato tem sido muito mais eficiente, com seis gols em seis partidas, quatro delas como titular, embora haja a ressalva de só ter jogado no Campeonato Paulista e ter passado em branco no único encontro diante de um rival de peso, o empate em 0 a 0 com o Santos, no qual atuou por cerca de meia-hora. 

 

Mas as atuações no estadual convenceram Muricy Ramalho, que vai escalar o atacante desde o início contra o Danubio, do Uruguai, nesta quarta-feira

 

O duelo é considerado de suma importância para a classificação da equipe no grupo 2 da Libertadores da América após a derrota para o Corinthians, na estreia, a qual o jogador não participou por força de contrato - há uma multa de R$ 5 milhões para que atue contra o clube que tem seus direitos. 

 

Para Pato, é a chance de iniciar sua ressureição depois de dois anos de muitas críticas na volta ao país. Será jogo grande, nem tanto pelo rival, mas pela pressão e pela presença em peso da torcida. Se jogar bem, fizer gol e ajudar o São Paulo a sair com o triunfo do Morumbi, tanto torcida quanto imprensa podem começar a vê-lo de forma diferente 

 

E se mantiver contra os uruguaios a fome de gol que tem apresentado até este momento no ano, a tarefa será mais fácil. Nos seis duelos pelo Paulista, finalizou 15 vezes, média de 2,5 por jogo, acertou o gol em oito oportunidades e balançou as redes em seis delas.

 

 

 

Fonte: ESPN                /Foto: ESPN

O Prêmio Artilheiro do Ano começa 2015 da mesma forma que acabou 2014: com um jogador do Ceará na ponta. E por incrível que pareça, não é o veterano Magno Alves. O dono da primeira colocação da lista até o momento atende pelo nome de Assisinho.

 

Ele marcou no empate por 2 a 2 com o Icasa, no último domingo, pelo Cearense, e chegou aos sete gols na temporada, mesmo número de Robert, do Sampaio Corrêa, que não entrou em campo neste fim de semana. 

Atual campeão da premiação, o atacante Magno Alves passou em branco diante do Icasa, mas está na cola dos líderes com seis gols. Mas se o artilheiro do Vozão decepcionou, Núbio Flávio, do rival, deixou a marca dele no confronto e alcançou o Magnata na terceira colocação. Outro que chegou ao mesmo número de gols foi Alexandre Pato, do São Paulo, que fez dois na goleada tricolor sobre o Audax-SP por 4 a 0, no último sábado, pelo Paulistão.

Logo atrás, Rafhael Lucas, do Coritiba, puxa a fila dos jogadores que balançaram as redes adversários em cinco oportunidades neste ano. O jovem atacante abriu o caminho para a vitória do Coxa por 2 a 0 no clássico diante do Atlético-PR, no domingo, e colocou a equipe na vice-liderança do Campeonato Paranaense. Ele divide a oitava posição com mais cinco atletas, entre eles Magrão, do Mogi Mirim, que fez os dois no triunfo sobre o Rio Claro por 2 a 0, no mesmo dia.

Vale ressaltar que somente competições oficiais envolvendo clubes brasileiros fazem parte da disputa do Prêmio Artilheiro do Ano: a primeira divisão de todos os estaduais do país, as Séries de A a D do Campeonato Brasileiro, a Copa do Brasil, a Copa do Nordeste, a Copa Verde, a Taça Libertadores da América, a Copa Sul-Americana, a Recopa Sul-Americana e o Mundial de Clubes

 

 

 

Fonte: Globo Esporte CE

 Uma pesquisa de opinião ao torcedor do Ceará sobre o empate diante do Icasa, no Romeirão, certamente geraria um peso maior para o lado desagradável.

 

Foi um jogo com momentos distintos, o resultado em si e como ele foi construído, gera um fator negativo. Pelo segundo jogo consecutivo, o Ceará tem o jogo aparentemente sob controle, mas se acomoda em cima do resultado e causa palpitações nos momentos finais do jogo.

Diante do Maranguape, um placar elástico de 3 a 0, tudo calmo e controlado. Em menos de 10 minutos, empate do Gavião da Serra, o desafogo veio em seguida ao empate, com Marcos Aurélio. Diante do Icasa, a mesma situação: resultado construído e novamente o empate cedido, mas sem o diferencial da partida anterior. 

 

Taticamente o Ceará apresentou evolução, mas sofre com a sequência exaustiva de jogos e viagens. Isso vem dando uma sobrecarga no elenco. 

 

 - Acho que fizemos um primeiro tempo melhor, o Icasa foi superior no segundo tempo. Mas eu queria ter seis substituições para fazer, estamos na disputa de duas competições, sequência de jogos, então o cansaçõ fica aparente. Mas gostei da partida, mesmo com 2 a 1, tivemos uma chance de vencer com o Assisinho, mas o goleiro deles foi muito bem na defesa - analisou Silas Pereira.

 

O resultado de empate trouxe boa satisfação ao treinador Silas Pereira que acredita na evolução da equipe jogo a jogo. Mas evita analisar somente o resultado e expandir a análise do desempenho da equipe.

 

- Se tivéssemos perdendo por 2 a 0 e empatado, o resultado seria bom, mas como acabamos cedendo o empate, fica a tristeza. Eu queria fechar a defesa com três zagueiros quando estava ganhando, mas acabei fazendo as alterações na frente, pelo cansaço do Marcos Aurélio, buscando o gol e fechar a partida. Gostei do jogo, do resultado, mesmo com a circunstância. - declarou. 

O Ceará enfrenta uma sequência dura de partidas, na quarta (25), enfrenta o Quixadá no PV. No sábado (28), tem Clássico-Rei pelo Campeonato Cearense. Com um intervalo curto de descanso, o Vovô planejava vencer o Icasa e mesclar o time diante do Quixadá, para chegar inteiro diante do Fortaleza, mas o Icasa atrapalhou as metas do Ceará para sequência do estadual.

 

 - Como a sequência (de jogos) é forte, estávamos esperando o resultado aqui, uma vitória de preferência. Na quarta pouparíamos algumas peças o Clássico-rei no sábado. Mas infelizmente não poderemos fazer isso, iremos com força máxima na quarta - completou Silas.

 

 

Fonte: Globo Esporte CE     /Foto: 

Após o empate com o Maranguape, o treinador Nedo Xavier não escondeu a insatisfação com o futebol apresentado pelo Fortaleza na primeira rodada da segunda fase do Campeonato Cearense.

 

Para ele, o time tinha a obrigação de conquistar os três pontos no Estádio Presidente Vargas. No entanto, o Tricolor do Pici sofreu o primeiro gol e precisou correr atrás do prejuízo no segundo tempo. 

- Saio insatisfeito. Com todo respeito que temos ao Maranguape, mas nós tínhamos de vencer, tínhamos a obrigação de vencer. Agora, é trabalhar já que temos outro jogo difícil quarta também. Vamos ver o que a gente pode montar para quarta - afirmou Nedo.

Na próxima rodada, o Fortaleza encontra o Guarani de Juazeiro na quarta-feira (25), em Horizonte, no Estádio Domingão, às 22 horas. No jogo, Nedo Xavier ainda não vai contar com Lúcio Maranhão, entregue ao departamento médico. Para o técnico, a equipe errou neste sábado ao permitir que o adversário jogasse muito e não soube aproveitar as raras oportunidades de gol criadas ao longo dos 90 minutos. 

- Faltou o Fortaleza jogar mais. Deixamos o Maranguape jogar muito, jogamos pouco. Movimentamos muito pouco. Mesmo assim, quando criamos, voltamos a perder gols. É uma carga corrida, com 11 jogos em pouco tempo. O jogador também é ser humano. Hoje (sábado) tivemos bons jogadores aquém, jogando abaixo do que rendem. Isso foi fatal - finalizou Nedo.

 

 

Fonte: Globo Esporte CE                    / Foto: Tatiana Fortes / o povo

 

O presidente do São Paulo, Carlos Miguel Aidar, colocou panos quentes na possível rusga com o técnico Muricy Ramalho. Em entrevista à Rádio Bandeirantes, o mandatário avisou que o treinador pode ser amigo de quem quiser - se referindo à amizade do comandante com o ex-cartola Juvenal Juvêncio.

 

"Tentei conversar com o Muricy hoje e não consegui. Amanhã tem treino à tarde e vou dar um abraço nele. A reação dele é de alguém incomodado. Está sendo oportuno vir aqui hoje e conversar com ele amanhã para por uma pá de cal nesse assunto. O Muricy é o treinador do São Paulo", disse Carlos Miguel Aidar.

O presidente ainda ignorou a amizade de Muricy Ramalho com Juvenal Juvêncio, ex-mandatário que virou desafeto do atual dirigente.

 

"O Muricy se relaciona com quem quiser, a hora que quiser. Não tem que perguntar se é amigo de alguém. O regime do São Paulo é presidencialista e a palavra cabe a mim. Um dia eu pedi para contratar o Muricy e era apenas candidato. E mantive o Muricy, não abro mão dele, só sai se quiser", avisou Aidar, que ainda surpreendeu ao mandar um recado ao ex-presidente.

 

"Queria aproveitar e cumprimentar o Juvenal, que faz aniversário depois de amanhã. Claro que vou ligar para ele. A divergência política não nos faz inimigos. É ex-presidente. Só que nosso modo de gerir é diferente e isso causou uma falta de sintonia. Isso não me faz inimigo do Juvenal e por isso o Muricy será amigo de quem quiser. Agora, se estão buzinando, eu não sei dizer", determinou Aidar.

 

Perguntado pelos jornalistas se estava apenas fazendo fair play, o dirigente ainda disse que não responde mais às provocações de Juvenal.

 

"No dia 10, quando o Juvenal deu uma declaração contundente na reunião do Conselho Deliberativo, quatro aplaudiram. E quando eu falei ao final, todos aplaudiram. Todos que foram à tribuna pediram essa paz necessário. E todos aplaudiram meu comportamento de ter ficado e não retrucar o ex-presidente. Eu quis ficar para pacificar o São Paulo", finalizou Aidar.

 

 

 

Fonte: ESPN                   /Foto: GAZETA PRESS

Vanderlei Luxemburgo cobrou uma definição sobre o futuro de Léo Moura, o prazo foi dado até o clássico contra o Botafogo.

 

Mas o técnico sabe que despedidas de ídolos em jogo oficiais podem não funcionar bem. Por isso, passou o recado à diretoria, que já vetou rotular o jogo de domingo, no Maracanã, como uma festa de despedida de Léo Moura. Tudo para não não comprometer o desempenho na competição. Na cabeça do técnico, o adeus a Petkovic, em 2011, ainda ecoa.

 

Ídolo da torcida rubro-negra, autor do gol do histórico tricampeonato carioca em 2001 e peça-chave na conquista do hexacampeonato brasileiro em 2009, Petkovic estava em declínio físico e técnico já em 2010, quando Luxemburgo assumiu o Flamengo. No ano seguinte, o treinador garantiu que não utilizaria Pet, de 39 anos e com seis meses de contrato ainda restantes.

O sérvio, claro, e boa parte da torcida não gostaram Mas ainda assim o jogador passou a treinar separadamente com outros afastados, como o volante Correa, na Gávea. À época, o Flamengo badalava o Brasil com a contratação de Ronaldinho Gaúcho. Luxemburgo, então, cedeu às pressões por uma despedida digna a Petkovic. Encontro marcado, no dia 6 de junho, no Engenhão, contra o Corinthians. Após cinco meses treinando, Pet entraria diretamente no time titular.

 

Em boa fase, o time rubro-negro disputava a ponta da tabela no primeiro turno do Brasileiro cabeça a cabeça com o Corinthians. Na semana de preparação para o jogo, tudo girou em torno de Petkovic. No dia da partida, o mesmo, com direito a mosaico da torcida, volta olímpica, entrevistas, faixas. Pet ocupou a vaga de Thiago Neves, então convocado pela seleção brasileira. Destacou-se. Mas o Corinthians saiu na frente, com Willian, e o Flamengo empatou depois, com Renato Abreu.

 

Os pontos fizeram falta. Ao fim do primeiro turno, o Corinthians, que se tornaria campeão brasileiro, terminou na ponta com 37 pontos contra 36 do Flamengo de Luxemburgo. Festa e jogo oficial não combinaram. Por isso, a opção agora é de comportamento mais sereno. A liberação a Léo Moura para vestir a camisa 10 do Fort Lauderdale Strikers, dos Estados Unidos, foi dada. O aval para a festa, não.

 

"A ideia do Flamengo é para que façamos uma festa realmente do tamanho daquilo que é a história do Léo. Claro que daí num jogo festivo. Não será certamente num jogo oficial até para que não tenhamos a duplicidade de importância do evento. Essa é a ideia. Vamos ver se isso acontece dentro de algo programado", disse o diretor de futebol do clube, Rodrigo Caetano, em entrevista à ESPN Brasil.

 

Atualmente, na tabela do Campeonato Carioca, o Flamengo soma 14 pontos na segunda posição, dois abaixo do Botafogo, adversário do último jogo em que Léo Moura estará à disposição e líder da competição. O primeiro colocado ao fim da primeira fase do Carioca vence a Taça Guanabara e pode ser campeão com quatro empates, além de embolsar maior premiação. Com tanto em disputa, Léo vestirá a camisa do Flamengo pela última vez no domingo após dez anos. De olho no passado, Luxemburgo sabe: é melhor deixa a folia do adeus para depois.

 

 

Fonte: ESPN                   /Foto: VIPCOMM

O Atlético-MG lançou em evento nesta segunda-feira, em Belo Horizonte, os seus novos uniformes para a temporada.

 

A estreia ocorrerá já na quarta, quando o time alvinegro receberá o Atlas no Independência pela segunda rodada da Copa Libertadores.

Apesar de manter seu modelo tradicional, com listras grossas brancas e pretas na vertical, a primeira camisa apresenta mudanças notórias. Afinal, a parte de trás é toda preta, menos nas mangas. Além disso, na gola, a peça ganhou um botão.

 

Já o uniforme reserva também manteve seu padrão: todo em cor branca e com detalhes pretos. O que chama atenção é a gola em formato 'V' e na cor preta, assim como um detalhe na lateral da manga. 

 

O evento desta segunda feira contou com a participação do presidente do Atlético-MG, Daniel Nepomuceno, e o técnico da equipe, Levir Culpi.

 

 

Fonte: ESPN  

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