Thales Menezes

Thales Menezes

A abertura oficial do Carnaval 2018 de São Benedito aconteceu neste sábado (10), debaixo de muita chuva. Milhares de foliões estiveram presentes. A Prefeitura Municipal não divulgou o número oficial de pessoas. Mas segundo a Polícia Militar, cerca de 20 mil pessoas estiveram no Calçadão Espaço do Povo.

O cantor Júnior Vianna, a banda Bambanca da Pakerê e Marcelo Serra e Banda, abriram oficialmente o Benefolia 2018. Neste domingo (11), o evento traz as bandas Os Dragões de Piripiri, Kai na Farra e os cantores Rafa e Pipo Marques. Além disso, disputa de paredões também acontecem nas ruas da cidade serrana. 

Fotos: Prefeitura de São Benedito

Neste domingo (11), o Carnaval de Sobral conta com uma programação voltada para o público infantil e adulto. A partir das 17h, a Banda Esquema 10 estará realizando um show para as crianças, no projeto 'Praça Viva' no Parque da Cidade.

Os distritos receberão shows a partir das 22 horas. Em Taperuaba, a Praça Central recebe a Banda Patrulha e Jorge e Banda. No distrito de Aracatiaçu, a Banda 2K realizará apresentação no Centro, ao lado do Mercado.

Já no distrito de Bonfim, a animação fica por conta da Banda Ferrugem Elétrico. O show será realizado no Balneário do Rio, a partir do meio dia.

Com atrações regionais, a Prefeitura de Granja comemora o 6° ano de Carnaval na Beira Rio.

Neste sábado (10), as atrações confirmadas são: Avine Vinny, Taty Girl, Afoxé e Déborah Lima. Além disso, o Carnaval de Granja também conta neste ano com Tenda Eletrônica e apresentação de DJs locais.

Com o objetivo de evitar transtornos nos postos de saúde durante o período de Carnaval , a Prefeitura Municipal abasteceu todas as unidades hospitalares com medicamentos.

As escolas paulistanas preferiram dar verniz aos artistas, ritmos e ícones da cultura brasileira no Carnaval 2018. Em ano de eleição e discussões políticas na internet, o Sambódromo do Anhembi se mostrou, no primeiro dia de desfiles, palco de puro entretenimento, com homenagens que foram dos filmes de terror a Martinho da Vila. O segundo dia, que acontece neste sábado, terá enredos parecidos, com exceção da Império de Casa Verde. A escola é a única que se arriscará a fazer críticas aos políticos a partir de alegorias inspiradas na Revolução Francesa.

A escola, que questionará os excessos dos poderosos e a desigualdade social, é a segunda a desfilar na noite, a partir das 23h45, com o samba O Povo, a Nobreza Real. Antes, às 22h30, entra na avenida a X-9 Paulistana, com um enredo que lançará mão de ditados populares, sob o tema A Voz da Bonança e a Voz de Deus. Depois da Tempestade Vem a Bonança!.

A Mocidade Alegre retoma o clima de homenagens com um samba-enredo feito especialmente para Alcione. A escola desfila 00h40, com o tema A Voz Marrom que Não Deixa o Samba Morrer. Logo em seguida, à 1h45, a Vai-Vai também celebra um personagem da música nacional: Gilberto Gil, que terá sua carreira revisitada com o enredo Sambar com Fé Eu Vou.

Já a Gaviões da Fiel vai relembrar a história dos índios Guarus, que habitavam a cidade de Guarulhos, em São Paulo. O grupo desfila às 2h50 com o enredo Guarus – Na Aurora da Criação, A Profecia Tupi… Prosperidade e Paz aos Mensageiros de Rudá.

Às 3h55, a Dragões da Real vai usar frases de famosas composições sertanejas, como Evidências e Romaria, em um tributo ao gênero musical. O enredo foi batizado de Minha Música, Minha Raiz. Abram a Porteira Para Essa Gente Caipira e Feliz. Finaliza o desfile, às 5h, a Unidos de Vila Maria, com uma homenagem ao México e ao ator Roberto Bolaños, o eterno Chaves.

Fonte: Veja.com

Sete agremiações abriram o carnaval de avenida na capital paulista na noite desta sexta-feira (9) e madrugada deste sábado (10). Os desfiles das escolas de samba no Polo Cultural e Esportivo Grande Otelo (Sambódromo do Anhembi), na Zona Norte da cidade, foram marcados pela mistura de ritmos e homenagens ao samba, ao reggae e ao sertanejo.

Destaque da noite, a Acadêmicos do Tatuapé homenageou o estado do Maranhão, e sua bateria, por vezes, alternou o samba com o reggae. A Mancha Verde celebrou os 40 anos do grupo Fundo de Quintal, e a Unidos do Peruche prestou reverência a Martinho da Vila. A Rosas de Ouro levou para a avenida a vida dos caminhoneiros, e a música sertaneja, apreciada pela categoria.

Nesse primeiro dia de desfile das escolas na capital paulista, o sambódromo não chegou a lotar e ficou parcialmente ocupado, com espaços vagos, principalmente nos lugares mais distante da avenida, nas arquibancadas mais altas. A participação do público foi maior nas passagens da Mancha Verde, quando parte dos espectadores acendeu sinalizadores nas arquibancadas, e da Acadêmicos do Tatuapé. A plateia ovacionou os membros da Acadêmicos do Tucuruvi - escola que perdeu praticamente todas as fantasias e alegorias em um incêndio no início de janeiro e que fez um desfile de superação.

Independente Tricolor

Estreante no Grupo Especial do carnaval de avenida da capital paulista, a escola de samba Independente Tricolor – ligada à torcida organizada do São Paulo – abriu o desfile no sambódromo paulistano, por volta das 23h, animando o público com o samba-enredo sobre o cinema de terror: “Em cartaz: Luz, Câmera e Terror… Uma Produção Independente!”.

O personagem Zé do Caixão, do cineasta José Mojica, foi a estrela da escola. Outras figuras fictícias, como Nosferatu, do filme de Friedrich Wilhelm Murnau, e Jason, do filme Sexta-feira 13, criado por Victor Miller, também foram celebradas. Com um samba em tom maior, a escola desfilou com muitos zumbis, bruxas e vampiros.

O primeiro carro da escola, o abre-alas, que fazia referência a um estúdio de filmes de terror, enfrentou problemas logo no início do desfile e precisou ser guinchado por uma empilhadeira durante todo o percurso. Devido a isso, a Liga Independente das Escolas de Samba de São Paulo deverá penalizar a escola em um ponto e dois décimos.

Unidos do Peruche

Uma das mais antigas escolas de São Paulo, a Unidos do Peruche levou para avenida uma grande homenagem ao poeta de Vila Isabel, Martinho da Vila. A agremiação manteve a tradição de cantar as origens do samba e de seus personagens no enredo "Peruche Celebra Martinho, 80 anos do Dikamba da Vila".

Para mostrar as facetas do compositor, cantor e pesquisador da cultura afro-brasileira, a agremiação começou destacando as relações do samba com a África, e as influências, como de Noel Rosa, que Martinho recebeu ao chegar em Vila Isabel, no Rio de Janeiro, procedente de Duas Barras (RJ), onde nasceu há 80 anos.

A Unidos do Peruche fez um destaque especial para a atuação do compositor nos países de língua portuguesa na África, com os quais Martinho desenvolveu diálogos musicais e tornou-se embaixador da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLT). No último carro da agremiação, o cantor, sambando em todo o percurso, desfilou junto com a família.

Acadêmicos do Tucuruvi

Com uma apresentação de superação, a escola Acadêmicos do Tucuruvi levou para avenida o enredo "Uma Noite no Museu", com a proposta de contar a história dos museus desde a antiguidade, inspirado pelo filme homônimo. Em janeiro, a 50 dias do carnaval, um incêndio destruiu a maior parte das fantasias e alegorias da escola, que tiveram de ser refeitas às pressas.

Apesar da queima de cerca de 2 mil peças, a escola não deixou a desejar na avenida. Representou primorosamente museus de história, de artes, de ciência, assim como os brasileiros da Língua Portuguesa, do Índio, do Amanhã, do Folclore e do Futebol. Ao final do desfile, a escola foi ovacionada pelo público devido ao espírito de superação dos seus integrantes.

Por decisão da Liga das Escolas de Samba, a agremiação não participará da competição entre as escolas e não poderá ser rebaixada em razão do incêndio.

Mancha Verde

A escola de samba Mancha Verde – ligada à torcida organizada do Palmeiras – homenageou o grupo de samba Fundo De Quintal, que em 2018 completa 40 anos. A passagem da agremiação ma avenida contou com forte participação das arquibancadas, que cantou o samba-enredo, levantou bandeiras, faixas, bexigas e acendeu sinalizadores nas cores da escola - verde e branco.

O enredo "A Amizade, a Mancha Agradece do Fundo do Nosso Quintal" contou a trajetória desse que é um dos principais grupos de samba do Brasil nas últimas décadas e que revelou nomes como Arlindo Cruz, Jorge Aragão, Sombrinha e Almir Guineto.

"Nesse terreiro de bamba, Quero mais é sambar…, Sou Mancha Verde… o show vai continuar…, Sua história é o meu carnaval, Obrigado do fundo do nosso quintal, Debaixo da tamarineira, Um lindo sonho se torna real, Pandeiro, cavaco, tantã e repique, No puro balanço, um banjo imortal”, diz parte do samba-enredo.

Acadêmicos do Tatuapé

Em uma das melhores apresentações da noite, a atual campeã do carnaval paulistano, a Acadêmicos do Tatuapé, levou para a avenida o enredo "Maranhão, os Tambores vão Ecoar na Terra da Encantaria", que contou a história do estado a partir das particularidades de seu povo, da riqueza cultural, das festas típicas, como o Bumba Meu Boi.

Um destaques do desfile foi a alternância, pela bateria da agremiação, da batida do samba para a batida do reggae, ritmo muito presente no maranhão nas últimas décadas, o que levantou o público nas arquibancadas. A riqueza de detalhes das fantasias e as alegorias dos carros chamaram a atenção.

“No Mar! Foi no balanço do mar, Que o sonho aportou na ilha da magia, Lá em palmeira onde canta o sabiá, O sol namora a beleza do lugar, Cenário de poesia, Tantas batalhas nesse torrão, Herança de luta, cultura e amor”, diz parte do samba-enredo, que homenageou também o poeta maranhense Gonçalves Dias.

Rosas de Ouro

Os caminhoneiros foram o tema do desfile da Rosas de Ouro, que levou para avenida o enredo "Pelas Estradas da Vida, Sonhos e Aventuras de um Herói Brasileiro". As cantoras sertanejas Maiara e Maraísa participaram do início do desfile como puxadoras do samba - uma forma de homenagear o estilo musical sertanejo, bastante presente no universo desses profissionais da estrada. A escola ainda utilizou sanfonas – típicas do sertanejo – em seu corpo instrumental.

A agremiação mostrou as singularidades das diversas partes do país por onde passam os caminhoneiros - cenários, costumes, tradições e culinária. “Canta o galo ao despertar, chegou a hora, Adeus, já vou me despedir, amor não chora, Cada retrato que carrego no painel, Traz a saudade que deixei pela distância, Ô meu São Cristóvão, suas mãos vão me guiar, Ô Virgem Maria, venha nos abençoar”, diz trecho do samba-enredo.

Tom Maior

A vida da imperatriz Maria Leopoldina, esposa de D. Pedro I, e a escola de samba carioca Imperatriz Leopoldinense foram os temas do samba-enredo da Tom Maior, a última escola a entrar na avenida, com o sábado já amanhecendo e o sambódromo parcialmente esvaziado. O desfile terminou por volta das 7h.

O samba-enredo "O Brasil de Duas Imperatrizes: De Viena Para o Mundo, Carolina Josefa Leopoldina; de Ramos, Imperatriz Leopoldinense" contou a trajetória da personagem histórica e da escola de samba carioca. Leopoldina morreu aos 29 anos e seu nome foi dado a uma ferrovia, que tem um trecho que corta os subúrbios do Rio de Janeiro. Em um ponto às suas margens, no bairro de Ramos, nasceu a escola de samba Imperatriz Leopoldinense.

“Ao amor de Pedro me entreguei, me apaixonei, Libertei essa nação... Independência, Minha Pátria mãe gentil… Meu Brasil, Chorou, na senzala chorou, E o lamento do negro, ecoou, Nos trilhos de Ramos tornei-me imortal, Notáveis desfiles do meu Carnaval”, diz o samba-enredo.

Fonte: Agência Brasil

A campanha #MeToo se tornou famosa no mundo inteiro, mas as brasileiras criaram seu próprio lema para lutar contra o assédio durante o carnaval, e inclusive o tatuam na pele: "Não é não".

Uma frase simples e clara estampada no peito, nos braços e até nas nádegas para que os homens entendam que não importam os 40ºC, a pouca roupa nem o excesso de álcool. Não é não.

E apesar de o carnaval ser a festa dos excessos, para muitos ainda parece não estar claro, já que as cifras espantam: uma mulher foi agredida a cada quatro minutos no último carnaval do Rio de Janeiro, de acordo com a polícia.

Por isso, Luka Borges não se cansa de distribuir as tatuagens temporárias para as meninas que pedem durante um bloco no centro da cidade.

"Existe muito machismo no Brasil e isso é mais urgente sendo carnaval, porque a gente fica mais tempo na rua e com menos roupa muitas vezes, e acaba sendo um argumento para um assédio", explica à AFP esta gestora de projetos de 28 anos.

Luka criou junto com quatro amigas as tatuagens "Não é não", que começaram a ser distribuídas tímida e improvisadamente no ano passado em alguns blocos no Rio depois que uma delas sofreu assédio de um jovem.

E por meio de um crowdfunding e de uma extensa rede de apoio, o coletivo produziu 27 mil tatuagens para o carnaval de 2018, que hoje se dividem por cidades como Salvador, São Paulo, Olinda e Belo Horizonte.

Fonte: France Presse | Foto: Carl de Souza/AFP

A programação do primeiro dia de carnaval de Fortaleza está repleta de atrações em diferentes pontos da cidade. São nove polos ao todo, cada um com uma programação diferente durante todo o dia.

No bairro Benfica e no Passeio Público, no centro da cidade, as atividades já começam pela manhã. O Benfica recebe, entre outras atrações, o bloco Luxo da Aldeia, que toca o repertório de músicos e compositores cearenses.

À noite, começa o desfile dos maracatus na Avenida Domingos Olímpio, e o aterrinho da Praia de Iracema recebe o Bloco das Travestidas – formado por travestis e transformistas sob o comando de Gisele Almodóvar (Silvero Pereira) e Mulher Barbada (Rodrigo Ferrera) – e a cantora baiana Margareth Menezes.

Confira a programação completa deste sábado (10):

17h: Aterrinho

Bloco Geração Coca-Cola
Bloco das Travestidas
Margareth Menezes

Das 16h às 19h: Mercado dos Pinhões

As Damas Cortejam

Das 9h às 18h: Benfica

9h: Banda Pacote de Biscoito, Raízes do Griô
13h: Alexandra Elói
15h: Luxo da Aldeia

Das 9h às 11h: Passeio Público

Banda Só Alegria

Das 17h às 20h: Mercado da Aerolândia

Tarcísio Sardinha e Banda

Das 18h às 22h: Mocinha

Bloco Num Spaia Sinão Ienche

Das 17h às 19h: Mercado dos Peixes

Charanga Os Foliões da Serra

Das 17h às 19h: Mercado Joaquim Távora

Charanga Frevo Folia

Domingos Olímpio

18h40: Maracatu Kizomba
19h20: Maracatu Axé de Oxossi
20h: Maracatu Nação Palmares
20h40: Maracatu Rei Zumbi
21h20: Maracatu Nação Pindoba
22h: Maracatu Filhos de Iemanjá
22h40: Maracatu Az de Ouro
23h20: Maracatu Solar

Fonte: Agência Brasil

Trio elétrico, banda, multidão de foliões na rua e... orações. Aracati, no litoral cearense, teve um bloco religiosos com cerca de cinco mil fiéis na avenida. O evento foi um dos primeiros da série de atrações de um dos carnavais mais tradicionais do Ceará, que conta nesse ano com DJ Alok, Solteirões, Solange Almeida e outras atrações.

De acordo com Antônio Sena, um dos organizadores do Pré-Carnaval Cristão de Aracati, a festa surgiu há 15 anos como uma forma de atrair os jovens "para mais próximo de Deus".

"Tínhamos o projeto Marcos, com objetivo de evangelizar a juventude de Aracati, diante da grandiosidade do carnaval de rua de Aracati, tivemos a ideia de atrair os jovens para mais perto de Deus. Principalmente no carnaval, porque muitos jovens iam pro carnaval e não voltavam pro grupo de oração", diz o líder religioso.

O "Carnaval de Jesus", como chama Sena, é organizado pelo grupo católico Maranatha e se tornou um bloco tradicional da cidade.

"Começou com um carro de som, uma pessoa com violão na mão e cantando, convidando jovens pro carnaval de Jesus. No ano seguinte foi um paredão de som e depois um trio elétrico, quando surgiu o carnaval Maranatha, um carnaval de Jesus que é sinal de bênção para Aracati."

A partir deste sábado, os frequentadores do bloco carnavalesco cristão se reúnem em um retiro de oração em Aracati, onde participam de missas e eventos católicos até a Quarta-Feira de Cinzas.

Fonte: G1/CE | Foto: Maranatha/Divulgação

Nesta semana, um dos ritmos mais tradicionais do Brasil completou 111 anos. O frevo, tipicamente pernambucano, completou mais de um século de existência no mesmo dia em que ocorreu a abertura oficial do Carnaval em Recife, na última sexta-feira (09).

Para celebrar o marco, o passista e professor de frevo Otávio Bastos ensina três passos básicos para aqueles que querem aprender a dançar o ritmo. Ele mostra como o frevo é um meio de se expressar e extravasar as energias negativas. O professor conta que a base é o swing da dança, não o passo em si. Os movimentos pedem malemolência e força corporal mas, acima de tudo, exigem que o praticante se divirta. “Pense na dança da rua”, conduz Bastos.

A dança, que apresenta uma fusão de ritmos e estilos, recebeu influência da capoeira e é famosa nos blocos carnavalescos do Nordeste. As cores fortes e as fantasias complementam a arte.

Fonte: Veja.com

Homenageado pela escola de samba Unidos do Peruche, o cantor Martinho da Vila era só sorrisos durante o desfile no Sambódromo do Anhembi, em São Paulo. Enquanto isso, sua filha Mart´nália estava entre os que apreciavam o momento da multidão. Ela parou para falar com a repórter da Globo Patrícia Falcoski, que cometeu uma gafe na entrevista.

“Como é essa emoção de homenagear um amigo tão querido como o Martinho da Vila?”, perguntou Patrícia. “Amigo não, meu pai, né”, respondeu Mart’nália. As duas riram tranquilamente do momento, mas o Twitter se divertiu bem mais com a gafe. “Mais perdida que a repórter que perguntou se Mart’nália era amiga de Martinho da Vila”, diz um dos muitos comentários que tomou a rede.

Fonte: Veja.com

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