Jogos Olímpicos

Jogos Olímpicos (11)

O Brasil conquistou hoje (11) a terceira vitória na competição de goalball, nas Paralimpíadas Rio 2016. Na partida disputada na Arena do Futuro, os brasileiros venceram a equipe da Argélia por 12 a 2, com gols de Romário, Alex, Alexander e José Márcio.

Na estreia, a seleção brasileira, que está no Grupo A, venceu a Súecia por 9 a 6. No segundo jogo, os brasileiros golearam o Canadá por 11 a 3. A última partida da primeira fase será contra a Alemanha, na terça-feira (13). O Brasil lidera o Grupo A.

O goalball é disputado por atletas deficientes visuais, que jogam vendados. Na Rio 2016, a disputa por medalhas envolve dez seleções femininas e dez masculinas.

Fonte:noticiasaominuto

O Brasil conquistou hoje (11) a terceira vitória na competição de goalball, nas Paralimpíadas Rio 2016. Na partida disputada na Arena do Futuro, os brasileiros venceram a equipe da Argélia por 12 a 2, com gols de Romário, Alex, Alexander e José Márcio.

Na estreia, a seleção brasileira, que está no Grupo A, venceu a Súecia por 9 a 6. No segundo jogo, os brasileiros golearam o Canadá por 11 a 3. A última partida da primeira fase será contra a Alemanha, na terça-feira (13). O Brasil lidera o Grupo A.

O goalball é disputado por atletas deficientes visuais, que jogam vendados. Na Rio 2016, a disputa por medalhas envolve dez seleções femininas e dez masculinas.

Fonte:noticiasaominuto

Parte dos desafios vividos pelas 45 milhões de pessoas com deficiência no Brasil passam, a partir desta quarta (7), com o início dos Jogos Paraolímpicos do Rio, a terem como expoentes os 285 atletas da delegação nacional, que vão jogar não só pela meta do quinto lugar geral na competição, mas por mais visibilidade de seus feitos e reconhecimento de seus trabalhos dentro do país.

Após um ciclo de quatro anos com investimentos na casa de R$ 400 milhões, o Brasil participa da Paraolimpíada com a mistura de duas gerações: medalhões consagrados, como os nadadores Daniel Dias e André Brasil, que se juntam à força de novatos como Silvânia Costa, do atletismo, e Luiz Carlos Cardoso, da canoagem, ambos campeões mundiais.

"Não é só a nossa maior delegação da história, é também a mais bem preparada e a que tem gerado maior expectativa. Isso nos dá esperança de conseguir um excelente resultado", afirma Andrew Parsons, presidente do CPB (Comitê Paralímpico Brasileiro).

Competidores brasileiros, considerados a elite de ouro do país, formada por cerca de 40 atletas, tiveram a chance de treinar fora do país.

Também foram beneficiados com o apoio de um stafe de preparadores exclusivos e com o acesso a patrocínios privados inéditos até então para os paraolímpicos.

Mesmo sem a participação da Rússia, um dos melhores países do paradesporto do mundo, suspensa da Paraolimpíada como punição a casos de doping, o CPB não reviu para cima o objetivo de ficar entre os cinco melhores, duas posições à frente de Londres-2012, onde os russos foram o segundo melhor país no quadro de medalhas.

"Infelizmente, não é automático que o ouro que seria dos russos passará para o Brasil e que, assim, será fácil o quarto lugar. Algumas medalhas deles até podemos ganhar, mas a divisão mas clara será entre os países que estão a nossa frente, como Inglaterra e Ucrânia e EUA, e também atrás, como a Alemanha", afirma Parsons.

O atletismo e a natação, modalidades que começam as disputas já na quinta (8), devem garantir até 80% das premiações de ouro do Brasil, que para ter chances de ficar na quinta posição precisa conquistar ao menos 30 primeiros lugares.

Nos esportes coletivos, a esperança do ouro vem do futebol de 5 e do goolball masculino, ambos jogados por atletas cegos, e do vôlei sentado, também masculino.

VISIBILIDADE

Embora haja pouca informação visual pelas ruas do do Rio, enfatizando que a partir de agora a cidade vai viver o clima paraolímpico, que envolve não só esportividade como debates em torno de inclusão e acessibilidade, a venda dos ingressos não irá se tornar um vexame.

Mesmo não tendo conseguindo, até agora, chegar a nenhuma das metas traçadas para a ocupação das arenas, inicialmente, três milhões de pessoas e, mais recentemente, 2,4 milhões, com pouco mais de 1,5 milhão de entradas vendidas, os jogos estão com público garantido.

"É fundamental garantir a maior vantagem que temos como anfitriões, que é o apoio da torcida nas arenas ou de casa, vendo pela TV, pela internet. Os nossos atletas merecem esse reconhecimento", afirma o presidente do CPB. 

Fonte: Folha de S. Paulo

Após um grave acidente na tarde de hoje (7), durante a prova de ciclismo de estrada, a holandesa Annemiek Van Vleuten está em condição estável e foi levada ao hospital. Segundo o Sindicato Internacional de Ciclismo (UCI, sigla em inglês), a atleta “estava consciente e apta a se comunicar. Outras verificações estão sendo feitas no hospital”.

De acordo com o médico da delegação, Cees Rein van den Hoogenband, Annemiek sofreu uma concussão e três pequenas fraturas nas costas, mas o exame não mostrou outras anormalidades. A atleta passará a noite hospitalizada.

“Ela sofreu uma forte concussão, mas não foram vistas outras anormalidades no exame. Sem hemorragias ou danos. Ela continuará em tratamento intensivo pelas próximas 24 horas. Annemiek está plenamente consciente e suas reações são adequadas. Ela também sofreu três fraturas menores na espinha lombar”

Annemiek liderava a prova quando, em uma curva na região da Vista Chinesa, a 12 km da chegada, perdeu controle da bicicleta e caiu, chocando-se contra o meio-fio e ficando aparentemente desacordada. A vencedora da prova foi a também holandesa Anna Van Der Breggen. Depois da corrida, ela revelou ter ficado assustada ao passar pela colega.

“Fiquei realmente chocada quando vi a batida e pareceu sério, mas tinha de ficar focada e me manter na corrida”. A sueca Emma Johansson ficou em segundo lugar e também falou sobre o que viu. “Foi um acidente horrível. O pelotão é muito pequeno e todas nos conhecemos muito bem. Apenas torcemos para que ela esteja bem”.

Anna Van Der Bergen venceu a prova com o tempo de 3h51m27s e levou a medalha de ouro. Emma Johansson ficou a medalha de prata e o bronze com a italiana Elisa Longo Borghini.

Fonte: Agência EBC | Foto: Reuters/Eric Gaillard/Direitos Reservados

A estreia da seleção brasileira masculina de handebol com vitória marcante por 34 a 32 sobre a Polônia, a primeira contra um país europeu em Jogos Olímpicos, marcou um grande início de competição para uma equipe que tem como objetivo a classificação para as quartas de final.

"Não tem melhor maneira de estrear. Nosso time foi muito bem nas duas partes do jogo, tanto na defesa como no ataque. Fomos bastante efetivos na frente. O estádio estava cheio e empurrou a gente, foi uma sensação inexplicável", comentou o jogador Fábio Chiuffa após a partida.

Inflamados pela torcida na Arena do Futuro, os brasileiros marcaram até gol de goleiro. O autor da façanha foi Maik, que disse treinar a jogada, mas confessou ao deixar a quadra que errou todas as tentativas no último aquecimento antes do jogo.

"O goleiro já estava chegando na bola, que ainda tocou nele e entrou. Tudo aconteceu a nosso favor e fizemos por merecer na quadra. No aquecimento, lancei três vezes e errei as três, acabei acertando durante o jogo. Foi bom para a equipe e nosso objetivo é a classificação, depois pensamos no resto", disse Maik.

Com a terceira colocada do Mundial de 2015 como adversário, o Brasil mostrou solidez defensiva e competência no ataque ao longo de todo o jogo. No fim da partida, a Polônia pressionou e esboçou uma reação, mas já era tarde demais.

Com a vitória, o Brasil passa a somar dois pontos no grupo B da competição. De acordo com Chiuffa, o foco agora passa a ser a partida contra a Eslovênia, que ainda enfrentará o Egito neste domingo, pela primeira rodada.

"A Polônia um time muito forte, que tem tradição. Conseguimos neutralizar algumas armas que eles tinham, são caras fortes que chutam muito fácil. Conseguimos tirar essa qualidade que deles e agora vamos descansar um pouco e já pensar na Eslovênia, ver videos e armar uma estratégia de jogo", analisou.

A partida entre Brasil e Eslovênia será realizada na próxima terça-feira, às 16h40 (horário de Brasília), na Arena do Futuro.

Fonte: EFE

Érika Miranda merecia muito estar em um pódio olímpico. Titular da seleção brasileira desde 2005, a peso-meio-leve (52kg) ganhou três medalhas em Mundial e trilhou um caminho cheio de resultados importantes nos últimos anos. Mas viveu duas grandes frustrações olímpicas: em Pequim 2008 (lesão na Vila Olímpica) e Londres 2012 (eliminação na estreia). Faltava a medalha olímpica, e ela quase veio. Na tarde deste domingo, a brasiliense de 29 anos levantou a torcida brasileira que lotou a Arena Carioca 2, mas acabou derrotada pela japonesa Misato Nakamura, tricampeã mundial, na disputa pelo bronze e ficou com a quinta colocação na Rio 2016. O ouro ficou com Majlinda Kelmendi, que bateu a italiana Odette Giuffrida na decisão e entrou para a história do Kosovo como a ganhadora da primeira medalha do país que virou independente em 2008 e só agora debuta nos Jogos Olímpicos. O outro bronze foi da russa Natalia Kuziutina.
- Nesse momento é uma dor grande, não tem muito o que dizer. Era uma medalha muito sonhada. Agora, bola pra frente. Nem quero lembrar desse dia. É uma mistura de emoções, foram quatro anos de dedicação. No judô, não tem favoritismo. Quando chega aqui, é zero a zero. Estou tão cansada que não consigo pensar num próximo ciclo olímpico. É dar tempo ao tempo. Eu acho que eu merecia. Pelo menos eu saio dessa competição sabendo que eu dei tudo de mim, eu fui no meu máximo - declarou Érika.

Depois de ser batida pela manhã nas quartas de final, Érikinha voltou com tudo na repescagem e virou para cima da romena Andreea Chitu, com um belo ippon quando faltavam 30 segundos. Na decisão do bronze, no entanto, a raçuda judoca não conseguiu se impor e acabou superada no golden score, por yuko, para Nakamura, que também havia sido bronze em Londres. Foi a oitava derrota em oito lutas contra a asiática.
Outro representante brasileiro neste segundo dia de competição do judô, o meio-leve (66kg) Charles Chibana foi eliminado na estreia pelo japonês tricampeão mundial Masashi Ebinuma. Nesta segunda-feira, a partir das 10h (de Brasília), o Brasil contará com a participação de dois judocas, na disputa do peso-leve (até 57kg para as mulheres e até 73kg para os homens). Quem tem mais chance de pódio é a carioca Rafaela Silva, campeã mundial em 2013, no Rio de Janeiro. Alex Pombo não está entre os favoritos e corre por fora.

No sábado, primeiro dia da disputa do judô na Rio 2016, os dois brasileiros que entraram em ação terminaram chorando bastante. Em busca do bicampeonato olímpico do até 48kg, Sarah Menezes acabou sendo eliminada na repescagem ao sofrer uma chave de braço que lhe gerou uma luxação no cotovelo. O medalhista de bronze em Londres Felipe Kitadai também ficou em sétimo lugar, ao cair na repescagem para Diyorabek Urozboev, do Uzbequistão.

Fonte: Globo Esporte | Foto: Marcio Rodrigues/MPIX/CBJ

"Olê, olê, olá, Marta, Marta!", cantaram os torcedores na noite deste domingo, no Mané Garrincha, em Brasília.

Definitivamente, o ensaio foi um e a prática, outra. A seleção olímpica que se mostrava como redentora do futebol brasileiro pós-7 a 1, berço de novas ideias e reunindo uma de suas melhores safras nos últimos anos não saiu ainda do papel e ficou novamente no empate em 0 a 0, dessa vez com o Iraque, em sua caça à medalha de ouro.

Revoltada com o que via em campo, a torcida decidiu protestar e cantar pelo nome de Marta, principal destaque da equipe feminina, que carrega 100% de aproveitamento na competição.

Mais do que compreensível.

Foram mais de dez finalizações no primeiro tempo.

Ao contrário do que previa Micale, a ansiedade que atrapalhou na estreia voltou a dificultar a vida brasileira.

Em falha de Weverton em saída de bola, o Iraque chegou a acertar a trave em antecipação de Abdul-Raheem logo aos 11 minutos do primeiro tempo. Foi um balde d'água fria na pressão inicial da seleção olímpica, que não conseguiu acertar mais do que uma triangulação pela direita.

Faltava o jogo coletivo.

Para completar, ainda sobrava nervosismo. Em falta na intermediária, Thiago Maia recebeu cartão amarelo, chegou ao seu segundo e está suspenso da próxima partida. Neymar e Gabriel Jesus, por sua vez, discutiam o tempo todo com os iraquianos.

A faísca de talento vinha dos pés de Gabigol.

O atacante do Santos chamou mais uma vez a responsabilidade. Procurava o jogo, distribuía passes e abria a defesa adversária com suas canetas. Foram três somente no primeiro tempo. O suficiente para colocar o Brasil de volta na partida e trazer consigo os mais de 60 mil torcedores no Mané Garrincha.

Gabriel Jesus teve duas chances, Zeca invadiu a área e parou no goleiro, Renato Augusto acertou o travessão enquanto que Neymar quase marcou em cobrança de escanteio.

Pressão intensa, mas não livrou o time das vaias na saída para o intervalo.

Em seu retorno, uma mudança: Luan no lugar de Felipe Anderson. Micale partia para tudo ou nada com quatro atacantes na frente. Não funcionou.

Em nova atuação ruim, Gabriel Jesus destoava dos demais e acabou sendo substituído para a entrada de Rafinha, do Barcelona, Cabisbaixo, o atacante do Palmeiras deixou o campo sob forte vaia.

A torcida se virou de vez contra o Brasil e passou a vibrar com as chegadas do Iraque. Para piorar, passou ainda a vaiar cada toque na bola de Renato Augusto. Momento tenso.

Não bastasse isso, a equipe ainda sofria com a cera do Iraque.

Resignado, o treinador Micale passou praticamente todo o segundo tempo dentro do banco de reservas e não ia até a área técnica. Foi o retrato de uma seleção que prometia demais, porém, não entregou absolutamente nada até aqui.

Um torcedor ainda invadiu o gramado nos minutos finais.

O time enfrenta a Dinamarca em confronto decisivio na próxima quarta-feira, na Arena Fonte Nova, em Salvador.

Os dinarmaqueses lideram o grupo A com quatro pontos enquanto que Brasil e Iraque surgem logo atrás, com dois, e a África do Sul na lanterninha com um.

FICHA TÉCNICA:
BRASIL 0 X 0 IRAQUE

Local: Estádio Mané Garrincha, em Brasília (DF)
Data: 7 de agosto de 2016 (Domingo)
Horário: 22h (de Brasília)
Árbitro: Ovidiu Ha?egan (Romênia)
Cartões amarelos: Thiago Maia (Brasil), Douglas Santos (Brasil), Rodrigo Caio (Brasil) Ali (Iraque), Kareem (Iraque), Hameed (Iraque), Tariq (Iraque) e Luaibi (Iraque)

BRASIL: Weverton; Zeca, Rodrigo Caio, Marquinhos e Douglas Santos (William); Thiago Maia, Renato Augusto e Felipe Anderson (Luan); Neymar, Gabriel Jesus (Rafinha) e Gabigol. Técnico: Rogério Micale

IRAQUE: Hameed; Ibrahim, Ali, Ismael, Natiq e Nadhim; Luaibi (Faez), Adnan e Attwan; Abdul-Raheem (Ahmed) e Kareem (Tariq). Técnico: Abdulghani Alghazali

Fonte: ESPN.com.br

Fernando Prass está fora da Olimpíada. Em suas redes sociais, o goleiro confirmou que sofreu uma fratura no cotovelo direito e não poderá disputar os Jogos. Ele realizou exame na noite deste domingo, após sofrer a lesão no aquecimento para o duelo com o Japão, à tarde, no estádio Serra Dourada. Logo depois, a CBF, em nota oficial, também confirmou o corte.

- Me empenhei muito para realizar o sonho de ser jogador da seleção brasileira. Mas, infelizmente, não será dessa vez. O exame realizado hoje apontou uma fratura no cotovelo e não poderei disputar a Olimpíada. Vou me cuidar e voltar ainda mais forte para defender o Palmeiras e quem sabe a Seleção novamente. Agradeço a torcida e o carinho de todos - escreveu Prass.

Para o lugar de Prass, a CBF pretende convocar um jogador que não está na pré-lista com 35 nomes e tem idade acima de 23 anos. A entidade fez uma consulta à Fifa para saber a possibilidade de substituição. Há um precedente nesta Olimpíada - Portugal foi autorizado a fazer mudança semelhante devido às dificuldades com vetos dos clubes.

- Já fizemos uma consulta à Fifa, por se tratar de um jogador acima de 23 anos, do procedimento que vamos tomar - disse Erasmo Damiani, coordenador de base da CBF.

Entre os 35 nomes listados, estão três goleiros: Jean, do Bahia, Jordi, do Vasco, e Alisson, do Roma. O primeiro também é um dos quatro suplentes escolhidos para alterações a partir do início da Olimpíada. Até o dia 3 de agosto, a CBF pode substituir Prass por qualquer nome da pré-lista - mas tenta a liberação para buscar um jogador fora desta relação.

Fonte: GloboEsporte.com

A Polícia Civil descobriu uma quadrilha de cambistas que vendiam ingressos para os Jogos Olímpicos do Rio por preços até oito vezes maiores do que o original. Ao menos 27 pessoas de cincos estados (RJ, SP, PR, CE e RN) já foram indiciadas e outras 50 são monitoradas. As informações são do jornal O Globo.

O grupo foi identificado após comprar lotes de entradas para partidas que tinham grande demanda, como semifinais e finais de modalidades como futebol e vôlei, além das cerimônias de abertura e de encerramento dos eventos.

Uma entrada para a abertura dos Jogos, por exemplo, custava até R$ 38 mil na mão dos cambistas segundo informações da Delegacia do Consumidor (Decon). Na bilheteria oficial, os bilhetes iam de R$ 200 a R$ 4.600.

No total, a Polícia Civil interceptou mil bilhetes que haviam sido comprados pelos criminosos e que seriam enviados pelo Correio. Os envolvidos puderam ser identificados por meio do CPF usado na compra.

"Notamos que há sites e comunicações dos envolvidos nas redes sociais. Muitos utilizam terceiros para oferecer ingressos por preços superiores, o que caracteriza cambismo. As 27 pessoas foram indiciadas por crime previsto na Lei 9.099. Elas podem ser condenadas a penas que variam de um a dois anos de prisão", explica o delegado Gilberto Ribeiro, titular da Decon.

As autoridades identificaram ao menos 15 perfis no Facebook que fazem vendas irregulares. Os consumidores que identificarem esse tipo de atividade podem fazer denúncia por meio do e-mailEste endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Fonte:noticiasaominuto

Após muitas negociações e algumas frustrações - a última delas no veto do Bayern de Munique em Douglas Costa, lesionado -, a CBF entregou nesta tarde a lista definitiva para disputar a Olimpíada do Rio de Janeiro. A lista tem 18 nomes conhecidos e quatro suplentes escolhidos, que não foram divulgados pela seleção olímpica.

Os casos mais sensíveis foram definidos de última hora. Um deles com desfecho positivo - caso de Felipe Anderson, que conseguiu a liberação do Lazio e agradeceu ao clube italiano - e outro, negativo. Fred, do Shakhtar, não teve sucesso nas negociações com o clube ucraniano e ficou fora da lista. Ele foi substituído por Walace, do Grêmio. Marquinhos, do PSG da França, permanece entre os nomes convocados por Micale. Renato Augusto, do Beijing Guoan, da China, foi o escolhido para o lugar de Douglas Costa.

Horas antes da lista final, Felipe Anderson definiu seu destino com o novo técnico do Lazio, Simone Inzaghi. O brasileiro pressionou pela liberação e a conseguiu. Logo depois, divulgou comunicado nas redes sociais agradecendo a compreensão do clube.

O coordenador de seleções de base da CBF, Erasmo Damiani, fez breve comentário ao site da CBF. Os jogadores se apresentam segunda-feira na Granja Comary, região serrana do Rio de Janeiro. A decisão de não anunciar os quatro suplentes partiu da comissão técnica.

- Quero agradecer ao Walace pelo pronto atendimento à convocação e ao Renato Augusto que se colocou à disposição da comissão técnica - disse Damiani.

Veja a lista completa abaixo:

Goleiros: Fernando Prass (Palmeiras) e Uilson (Atlético-MG)
Defensores: Marquinhos (Paris Saint-Germain-FRA), Rodrigo Caio (São Paulo), Zeca (Santos), Douglas Santos (Atlético-MG), Luan (Vasco) e William (Internacional)
Meio-campistas: Rafinha Alcântara (Barcelona-ESP), Rodrigo Dourado (Internacional), Walace (Grêmio), Thiago Maia (Santos), Renato Augusto (Beijing Guoan-CHN) e Felipe Anderson (Lazio-ITA)
Atacantes: Neymar (Barcelona-ESP), Gabriel Jesus (Palmeiras), Gabriel (Santos) e Luan (Grêmio).

Fonte: G1

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