A primeira vitória do Cruzeiro na Copa Libertadores esteve longe de empolgar Marcelo Oliveira.

 

Após o placar de 2 a 0 sobre o Mineros de Guayana, na Venezuela, que fez o time celeste chegar à liderança do grupo 3, o técnico criticou o desempenho de seus comandados nesta quinta-feira, em duelo pelo fechamento da terceira rodada da chave.

"Nesses dois anos e pouco que estamos aqui no Cruzeiro, foi a nossa pior partida. Nos preparamos muito bem, todo o trabalho da semana foi visando esta partida. Não sei por que, mas não conseguimos marcar, não conseguimos jogar, passamos muito sufoco. Foi um jogo de kamikaze. Poderíamos fazer o gol no contra-ataque, mas poderíamos levar também", declarou à rádio Itatiaia logo após o apito final.

 

"Com o Charles no segundo tempo, marcamos melhor. Às vezes, quando não pode jogar bem, você precisa ganhar. Três pontos são importantes, mas não se concebe uma atuação tão fraca como hoje", disse o treinador.

 

O triunfo fez o Cruzeiro chegar a cinco pontos e assumir a liderança da chave por ter maior saldo de gols do que o Universitário de Sucre. O Huracán vem logo atrás com três pontos, dois a mais do que o lanterna Mineiros.

 

Além da primeira vitória e da primeira colocação do grupo, o duelo ainda foi especial para os celestes por outro motivo: o time finalmente balançou as redes na Libertadores. Até então, eram dois empates por 0 a 0.

 

Agora, o Cruzeiro voltará a campo no domingo, quando visitará o América-MG no Independência, às 18h30 (de Brasília). Pela Libertadores, o time irá a campo em 8 de abril (quarta-feira), às 21h, para encarar o Mineros de Guayana novamente, só que no Mineirão.

 

 

 

 

 

Fonte: ESPN                 Fonte: Getty 

Eurico Miranda voltou à presidência do Vasco há menos de quatro meses.

 

Desde o dia 2 de dezembro, data de sua posse, a configuração política do futebol carioca mudou. Houve interferências diretas na relação de clubes com a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj) e indiretas do velho cartola até na política interna do arquirrival Flamengo. O Consórcio Maracanã ganhou um desafiador público. O Fluminense, novamente, teve um rival nos bastidores como na década de 90.

 

Na gestão de Roberto Dinamite, o Vasco se posicionava ao lado de Flamengo e Fluminense contra a Ferj e seu presidente, Rubens Lopes. A simples volta de Eurico fez o tabuleiro do futebol carioca balançar. Fiel escudeiro da Federação, Eurico causou um terremoto político ao se agarrar a dois pontos: o lado da torcida vascaína no Maracanã e a cobrança de ingressos mais baratos para o Campeonato Carioca. E atingiu em cheio a dupla Fla-Flu e o Consórcio que gerencia o estádio da final da Copa de 2014.

Rubro-negros e tricolores têm contrato acertado com o Consórcio que gerencia o estádio. A obrigatoriedade de preços mais baixos significaria menos lucro ou prejuízo. Eurico se posicionou ao lado da Ferj e viu a relação dos clubes rivais com a entidade implodir. Trocas de notas oficiais, ameaças de desfiliação, acusações mútuas.

 

De longe, o presidente vascaíno assistiu a tudo. E foi mais incisivo com o Fluminense, ao garantir que não jogaria clássico com o rival se a torcida vascaína não voltasse para o lado direito das cabines de rádio e tv no estádio, como ocorria desde 1950. O Tricolor lembrou de um contrato de exclusividade do setor. O jogo foi realizado no Engenhão, com vitória vascaína.

 

Acuado, o Fluminense respondeu de forma direta, variando entre notas oficiais irônica ou mais agressiva. Agora, a Ferj ameaçou o clube das Laranjeiras de suspensão e cobrou dívida antiga, no valor de R$ 400 mil, não reconhecida pelos tricolores. Em entrevista ao jornal Extra, Peter Siemsen disparou contra Eurico, insinuando que o dirigente poderia estar em busca de vantagem política com a briga sobre o lado do Maracanã. Ex-deputado federal, Eurico, ao seu velho estilo, disparou em nota oficial:

 

"Preciso ressaltar que tenho mais anos de futebol do que ele tem de vida. Não dou o direito a ele de se referir a mim como se estivesse falando com alguém de sua relação".

 

Tiro indireto na política rubro-negra

 

A influência de Eurico Miranda no cenário político carioca não se restringe apenas à Ferj, onde já sentou na cadeira destinada ao presidente, Rubens Lopes, em algumas coletivas de imprensa. Eurico propôs a redução de ingressos e bagunçou o cenário político do Flamengo. Revoltado com a imposição da Ferj e do dirigente vascaíno, apoiada por 12 clubes, o então vice de marketing, Luiz Eduardo Baptista, o Bap, cobrou atuação mais forte do presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello.

 

O tom político utilizado pelo presidente rubro-negro e a costura de um acordo para um jogo no Maracanã contra o Barra Mansa mesmo após abandonar uma reunião em fora xingado por Rubens Lopes irritaram Bap. Um dos cabeças do grupo eleito no fim de 2012, o dirigente deixou o Flamengo, rompeu com Bandeira e promete fazer oposição ao mandatário. O cenário azul da eleição rubro-negra, no fim deste ano, tornou-se cinzento. Indiretamente, com influência de Eurico Miranda.

 

No toma lá, dá cá de notas oficias do futebol carioca, até mesmo o moderado presidente do Botafogo, Carlos Eduardo Pereira, eleito em dezembro, entrou na dança. Irritado por ter sua atuação ao lado da Ferj na guerra com Flamengo e Fluminense contestada por Peter Siemsen, o presidente alvinegro também disparou contra mandatário tricolor via nota oficial.

 

Nas correntes políticas de clubes rivais, como Flamengo e Fluminense, muitos viram o retorno de Eurico como um sinal de alerta. Os problemas eram considerados até previsíveis. Mas Eurico deixou o cenário em meados de 2008. Em uma década, a renovação de cartolas no futebol carioca existiu, mas grande parte jamais havia conhecido de perto a personalidade de Eurico. Até mesmo o Consórcio Maracanã o encarou com ressalvas, embora analise que se trate de um adversário que deixa claras suas prioridades.

 

Ao se eleger novamente presidente do Vasco, Eurico Miranda por vezes utilizou o bordão "o respeito voltou", referindo-se à sua atuação à frente do Vasco, combalido após anos temerários de Roberto Dinamite no poder. Mas ao voltar com o respeito para o Vasco, Eurico voltou também ao seu modo, com influência direta no terremoto que assolou o tabuleiro político do futebol carioca no início deste ano.

 

 

 

 

 

Fonte: ESPN       /Foto: Gazeta Press

Para Silas, Marinho estava merecendo o gol pelo futebol apresentado nos últimos jogos. Contra o Botafogo-PB de acordo com o técnico, ele atuou muito bem.

 

Ele lembrou ainda que, antes, a torcida pedia apenas Assisinho e agora nas substituições também cobra Marinho em campo. 

- Isso é fruto do trabalho dele. Estamos fazendo a mesma coisa com o Robinho, com o Eloir. O Wescley foi muito bem também. Futebol é isso. Quando se tem dois bons por posição, é muito bom. Não se vai jogar bem sempre. Vai ter dia que não vai render. Marinho foi premiado com um gol e a entrada do Magno Alves - comentou. 

Silas finalizou apontando as razões pelas quais o Ceará não fez melhor atuação, apesar da vitória. 

- A primeira, a chuva. Choveu muito na madrugada, durante o dia, o campo estava pesado. E a segunda, foram três jogos em seis dias. É complicado. Tem que deixar Magno Alves fora do time porque três jogos em seis dias não é ruim só para o Magno, é ruim para todos. Não se consegue apresentar ao público um produto de qualidade. A gente sofre e quem é mandado embora é sempre o treinador - resumiu. 

 

 

 

 

Fonte: Globo Esporte-CE 

O Fortaleza garantiu a classificação antecipada para a segunda fase da Copa do Nordeste ao vencer o Botafogo-PB por 1 a 0, na noite desta quarta-feira, no Estádio Almeidão, em João Pessoa.

 

O único gol da partida foi marcado pelo zagueiro Lima, no segundo tempo. Já o Belo conheceu a sua quarta derrota em cinco jogos na competição regional, confirmando a pior campanha entre os 20 times que disputam a edição deste ano.

O resultado levou o Tricolor do Pici aos 11 pontos, garantindo a vaga nem que seja como um dos três melhores segundos colocados. Foi também a terceira vitória seguida sob o comando de Marcelo Chamusca. 

Na próxima rodada, semana que vem, tem o clássico com o Ceará, que vale o primeiro lugar na chave. Já o Botafogo-PB se despede da competição diante do também eliminado River, em Teresina.

Primeiro tempo amarrado e com muitas faltas

Com o Fortaleza precisando da vitória para garantir a classificação à segunda fase, e com o Botafogo-PB já eliminado, era de se esperar um certo predomínio do time cearense. Mas não foi o que aconteceu. Com um primeiro tempo amarrado, com muitas faltas (e cartões), foi o Belo que rondou mais o campo ofensivo.

Uma ligeira supremacia que nem de longe ameaçou o gol de Deola. Apesar de ter mais posse de bola, o time paraibano só arriscou chutes de fora da área, principalmente com Chapinha. Do lado do Tricolor do Pici, a aposta era encaixar um contra-ataque e colocar vantagem. Algo que ficou ainda mais complicado depois que Daniel Sobralense deixou o campo, com uma lesão muscular.

Assim, o 0 a 0 dos primeiros 45 minutos acabou sendo o resultado mais justo - o que não era nem tão ruim para o Fortaleza, mas que só aumentava a desconfiança do torcedor do Botafogo-PB com o seu time.

Tricolor marca e se garante na 2ª fase

O segundo tempo começou com o Belo pressionando. Em apenas dois minutos, o goleiro Deola fez duas importantes defesas, em finalizações de Chapinha e Rafael Oliveira.

Mas, assim como aconteceu nos jogos anteriores, o Botafogo-PB ficou no "quase". O Fortaleza, por sua vez, foi bem mais efetivo. E coube ao zagueiro Lima marcar o gol da classificação. Aos 14 minutos, ele subiu mais do que a defesa paraibana e testou sem defesa para Genivaldo.

Era o gol que decidiria a partida. Porque o Botafogo não tinha mais forças para reagir. Nem as entradas de Fábio Gama e Juninho melhoraram a produção ofensiva - definitivamente, o grande problema do time na Copa do Nordeste. E o Tricolor, com campo aberto, teve até chance de sair do Almeidão com um resultado mais amplo.

Não precisou. A vitória de 1 a 0 serviu direitinho para os cearenses deixarem João Pessoa classificados. E ainda com a possibilidade de eliminar o rival Ceará, na última rodada do Grupo D.

 

 

 

 

 

Fonte: Globo Esporte-CE

As torcidas organizadas de Botafogo-PB e Fortaleza, que são consideradas rivais, protagonizaram uma confusão generalizada na noite desta quarta-feira.

 

De acordo com a Polícia Militar da Paraíba, o tumulto aconteceu na parte externa do Estádio Almeidão, em João Pessoa - quando as equipes já estavam em campo no duelo válido pela Copa do Nordeste. E teve de agressão corporal a disparo de arma de fogo. 

Segundo a PM, cerca de 70 integrantes das duas torcidas foram encaminhados para a 9ª Delegacia Distrital, no bairro de Mangabeira, na região metropolitana da capital paraibana, onde foram autuados em flagrante e prestaram depoimento.

O tenente-coronel Anchieta, do batalhão de cavalaria da PM, relatou que houve também um disparo de arma de fogo, assim que os torcedores do Fortaleza chegaram ao Almeidão. Mas ninguém chegou a ficar ferido. 

- Tivemos que conter o conflito. Eles foram autuados na delegacia, mas devem ser liberados em seguida. Houve confronto com agressões, pedras, pedaços de madeiras, bolas de sinuca e também material explosivo dentro de mochilas. Tudo foi encontrado pelos policias. São pessoas que vêm pregar o ódio no estádio de futebol. Querem ver o outro destruído. Essas pessoas têm que ficar fora - relatou o tenente-coronel Anchieta. 

Após o conflito na parte de fora do Almeidão - próximo ao local que dá acesso à arquibancada sombra - ainda era possível encontrar pedras e pedaços de madeira pelo chão espalhados em vários locais. 

Dentro de campo, o Fortaleza acabou levando a melhor. Venceu o Botafogo-PB por 1 a 0 fora de casa e garantiu uma vaga na próxima fase da Copa do Nordeste junto com o maior rival: o Ceará.

 

 

 

Fonte: Globo Esporte-CE                                          /Foto: Lucas Barros / GloboEsporte.com/pb

Fazer gols não tem sido problema do Internacional em 2015. Não sofrê-los, sim. Porém, nesta quarta-feira, o esquema 3-5-2 aplicado pelo técnico Diego Aguirre deu ao time sua primeira vantagem por grande diferença de gols na temporada.

 

Jogando com tranquilidade, a equipe fez 3 a 0 no Aimoré criando chances como antes, mas sem sofrer qualquer tipo de ameaça.

 

Os jogadores aprovaram a nova formação. "A gente queria ter consistência, jogar com a defesa mais adiantada. Ganhamos mais um esquema para jogar", analisa o capitão Alex. "Tão importante quanto o resultado é o modo como a equipe se comportou com três zagueiros. Foi importante a vitória e o fato de sairmos de campo sem sofrer gol", lembrou Réver.

 

Destaque do jogo, Eduardo Sasha aprovou a nova formação também sob o ponto de vista ofensivo. "Conseguimos manter bastante a posse de bola, tivemos boas jogadas pelos lados e presença de área. Agora é trabalhar nos treinamentos para usarmos mais essa formação", apontou o garoto, que aproveitou para elogiar Lisandro López, seu companheiro de ataque. "É um grande jogador, sempre se aproxima da gente. O lance do meu gol foi uma escorada dele".

 

O esquema, porém, não explica sozinho a boa partida do Inter. Segundo o goleiro Alisson, a atitude da equipe também foi outra nesta quarta. "Falar só que foi o esquema não é certo. Todo mundo marcou e se empenhou, não deixamos eles jogarem. O espírito tem que ser assim: quando tem alguém deles no nosso campo, temos que roubar a bola", considerou o arqueiro rubro.

 

Neste domingo, o Internacional deve ir com time reserva a Pelotas para encarar o Brasil. Tudo porque, na quarta-feira da semana que vem, há um confronto decisivo diante do Emelec, pela Libertadores, no Equador. Ocasião em que o 3-5-2 de Aguirre será definitivamente testado.

 

 

 

 

Fonte: ESPN

O Santos ainda não sabe quem será seu novo treinador. Nesta quinta-feira, a diretoria alvinegra agendou nova conversa com Dorival Júnior, mas mantém Vagner Mancini em pauta caso a negociação com o primeiro não vingue. 

 

"Os dois têm 50% de chances", disse Modesto Roma Júnior nesta quarta, antes da vitória por 2 a 1 contra o Palmeiras, na Vila Belmiro.

Conforme apurou o ESPN.com.br, o presidente vai conversar novamente nesta quinta com Dorival para tentar resolver as pendências que não foram acertadas na reunião da última terça. Na ocasião, a expectativa era ter fechado com Júnior, fato que não se concretizou por conta de discordâncias entre as partes.

 

O imbróglio ainda diz respeito à pedida do técnico de ter mais três profissionais na comissão técnica - seu filho Lucas Silvestre, o preparador Celso Resende e mais um -, enquanto o clube da Vila Belmiro quer manter Carlito Macedo, Edinho, Marcelo Fernandes e Serginho Chulapa, que hoje trabalham na Vila.

 

Além disso, Dorival quer ganhar acima do teto salarial proposto pelo Santos de R$ 200 mil a toda a comissão técnica. O treinador pediu cerca de R$ 250 mil, fato que o Comitê de Gestão não aprovou, mas estuda abrir mão.

 

Atualmente, os dirigentes santistas estão divididos. Alguns preferem Vagner Mancini, que já acertou as bases salariais e traria apenas um profissional consigo. Caso não dê certo com Dorival, portanto, Mancini será acionado e vira o favorito para assumir o time da Vila Belmiro.

 

Argel Fucks é o 'plano C'

 

Entretanto, caso até mesmo a vinda de Mancini fracasse, o Santos tem outro nome em pauta. A reportagem apurou que Argel foi procurado na tarde desta quarta-feira por um membro do Comitê de Gestão, que perguntou ao ex-zagueiro, atualmente no Figueirense, se ele tinha interesse em treinar o clube.

 

A sondagem é sinal de que a diretoria alvinegra não tinha, até o clássico desta quarta, certeza sobre quem deve ser o novo técnico santista. Argel tem contrato com o time de Santa Catarina, mas a promessa do presidente do clube de liberá-lo para o caso de uma grande equipe do país convidá-lo para trabalhar, mas nenhuma proposta oficial foi feita ainda.

 

Enquanto nada é resolvido, Marcelo Fernandes continua como interino e comanda o Santos no sábado, contra o Marília.

 

 

 

 

 

Fonte: ESPN 

Com contrato se encerrando no próximo dia 25 de março, Guilherme pode voltar ao Cruzeiro.

 

Mesmo evitando entusiasmo, a diretoria celeste monitora a situação do meia-atacante de 26 anos e nem o seu estafe descarta o negócio. Um de seus empresários, Ivan Suarez, dá praticamente como nula a chance do atleta continuar no Atlético-MG.

"A última vez que conversei com eles foi noventa dias atrás. Até desconsidero o que foi falado naquela ocasião. Faltam 15 dias e não houve mais nada. Vamos ver se sentamos antes do fim desse prazo. Não estou nem concentrado nisso, mas no retorno dele a campo (semana que vem)", afirma Suarez ao ESPN.com.br.

 

O agente mantém excelente relação com o gerente de futebol cruzeirense Valdir Barbosa.

 

"Não tem nenhuma conversa nesse sentido, mas o Guilherme tem uma história no Cruzeiro e é profissional. É natural que exista o interesse de diversas partes e não excluimos nenhuma delas", prossegue.

 

Com um salário mensal de R$ 300 mil, o jogador se recupera de lesão e deve voltar a ficar a disposição na Cidade do Galo. Ex-Dínamo Kiev, ele custou US$ 8,5 milhões (cerca de R$ 14 milhões, de acordo com a cotação da época) aos cofres alvinegros, mas enfrentou diversos problemas físicos e lidou com críticas por conta de sua suposta falta de ambição.

 

O desejo de permanecer em Belo Horizonte poderia pesar numa transferência para a Toca da Raposa II. O maior empecilho está em sua inscrição na Libertadores pelo Atlético-MG.

 

Ele se movimenta no mercado e concedeu recentemente autorização para que o luso-brasileiro Deco tentasse ofertas no exterior, acordo revelado pelo portal Superesportes.

 

"Foi uma coincidência ter acontecido nesse momento. Renovando ou não, o exterior não deixa de ser uma possibilidade, ele é novo e tem talento. É sempre importante estar rodeado de pessoas influentes e o Deco é uma delas", conclui o empresário Ivan Suarez.

 

 

 

 

 

Fonte: ESPN

A Copa do Brasil começa para o Flamengo nesta quarta-feira, quando o campeão carioca visita o Brasil de Pelotas a partir das 22h(de Brasília), no Estádio Bento Freitas, em Pelotas (RS), pela partida de ida da primeira fase.

 

A ESPN BRASIL TRANSMITE O DUELO. Os flamenguistas, que ganharam o torneio em 1990, 2006 e 2013, chegam apostando na manutenção da base do ano passado, que tem feito boa campanha no Estadual, onde o Rubro-Negro, que vem de empate por 1 a 1 com o Madureira, aparece na segunda posição com 14 pontos, dois a menos que o líder Botafogo.

 

Porém, o sorteio que definiu o rival da estreia não foi dos mais agradáveis para o Flamengo. Isso porque o Brasil de Pelotas é um time que joga ao melhor estilo do futebol do Rio Grande do Sul, com muita marcação e correria. A equipe vem de empate por 1 a 1 com o Lajeadense, pelo Campeonato Gaúcho, onde aparece na quinta colocação, com 12 pontos, apenas dois a menos que o líder São José.

 

O bom momento do Brasil faz os flamenguistas não pensarem na possibilidade de uma vitória por dois ou mais gols de diferença, o que eliminaria a necessidade do confronto de volta, previsto para 18 de março, no Maracanã, no Rio de Janeiro.

 

"Não vamos enfrentar um adversário qualquer, fácil de ser batido. Trata-se de um time que vem jogando com muita pegada, qualidade e que conseguiu grandes resultados esse ano, como ganhar do Grêmio na Arena do Grêmio. Nosso primeiro objetivo é conseguir um resultado que leve a decisão para a partida de volta", disse o técnico do Flamengo, Vanderlei Luxemburgo.

 

Os jogadores do Flamengo concordam com o companheiro e acreditam que apenas com personalidade os cariocas conquistarão um bom resultado no Sul do país.

 

"Sabemos que o Brasil é muito forte em Pelotas. Porém, o Flamengo precisa jogar com muita personalidade e procurando se impor desde os primeiros minutos. Precisamos marcar gols como visitantes para termos mais chances de nos classificarmos", afirmou o volante Márcio Araújo.

 

Em termos de escalação, Vanderlei Luxemburgo tem um sério problema. O meia Everton, com edema na coxa esquerda, é o desfalque e fica de fora. Arthur Maia e Nixon disputam a sua vaga. Em compensação, o zagueiro Wallace, que cumpriu suspensão contra o Madureira, reaparece na vaga de Bressan. O atacante Alecsandro, livre de um edema na coxa direita, fica como opção no banco de reservas.

 

Pelo lado do Brasil de Pelotas, o técnico Rogério Zimmermann quer ver sua equipe jogando com alegria.

 

"Nós sabemos que será um jogo muito complicado, pois vamos enfrentar uma das grandes forças do futebol brasileiro, que conta com um elenco recheado de jogadores renomados. Mas o Brasil de Pelotas também tem um grupo de muita fibra e vontade de escrever um capítulo muito bonito na Copa do Brasil. Portanto, vamos a campo para jogar com determinação, empenho, mas também com muita alegria de estarmos nesta disputa", analisou Rogério Zimmermann.

 

A escalação do Brasil só será definida minutos antes do confronto. O zagueiro Cirilo e o atacante Márcio Jonatan, suspensos pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), ficam de fora. Assim, Ricardo Schneider entra na zaga e Alex Amado no ataque. O zagueiro Fernando Cardozo, com dores no músculo posterior da coxa esquerda, é dúvida, podendo ceder seu posto para Ricardo Bierhals.

 

 

 

 

 

 

Fonte: ESPN       /Foto: Gilvan de Sousa/Flamengo

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