O Grêmio está classificado para a fase de mata-mata do Campeonato Gaúcho.

 

A equipe venceu o Novo Hamburgo, fora de casa, por 1 a 0 e continua na liderança da competição. Apesar da tabela mostrar o time tricolor à frente dos demais clubes, o técnico Luiz Felipe Scolari prefere pensar de outro jeito.

"O Grêmio não é líder no geral, não. Quem tem 25 pontos, como o Inter, com um jogo a menos, pode ser (o líder). Estamos com um ponto a mais, mas um jogo a mais. Hoje, não podemos nos considerar líder, não, mas podemos nos considerar 95% classificados entre os quatro primeiros", afirmou o treinador.

 

O jogo que Felipão se refere é entre Internacional e Ypiranga, duelo atrasado da 6ª rodada, que acontecerá na próxima quarta-feira.

 

O Grêmio chegou a cinco jogos seguidos com vitórias, mas não perde há oito patridas no Gaúcho. O técnico acredita que o 1 a 0 contra o Novo Hamburgo foi melhor do que o triunfo da última rodada, contra o Lajeadense, por 2 a 0.

 

"A vitória do Grêmio foi melhor do que a de domingo. Enfrentamos uma equipe muito boa, muito bem arrumada. Esse Gauchão mostra uma nova tendência. Parece que as equipes do interior escolheram a dedo seus jogadores. A equipe do Novo Hamburgo tem jogadores experientes e com boa qualidade técnica. Fizemos um primeiro e segundo tempos equilibrado", explicou.

 

 

 

 

Fonte: ESPN                /Foto: Divulgação

No empate por 1 a 1 com o Mamoré no Mineirão, o Cruzeiro não contou com seu o meia-armador titular, De Arrascaeta, que está com a seleção uruguaia.

 

Um de seus substitutos, Marcos Vinícius, até foi a campo e participou diretamente do gol dos mandantes. Porém, independentemente dissom, o técnico Marcelo Oliveira falou que o time ainda busca um atleta para a posição.

"O Cruzeiro ainda está se esforçando para buscar, mas é difícil. Falamos em vários nomes no começo do ano, mas, ou o jogador estava em outro país, ou não teria condição de sair de seu clube no Brasil", afirmou o treinador após a partida de terça-feira.

 

"Os dois meias para substituir são o Gabriel Xavier e o Marcos Vinícius. De Arrascaeta está fazendo a função por dentro, mas é mais de velocidade com a bola", disse Marcelo Oliveira.

 

Diante do Mamoré, Marcos Vinícius entrou aos 19 minutos da etapa final e fez uma jogada individual que acabou com o gol de Leandro Damião. Já Gabriel Xavier, que se destacou pela Portuguesa em 2014, ficou apenas no banco, no aguardo de sua oportunidade.

 

"Estamos preparando o jogador (Gabriel Xavier), mas ainda não está no ponto para atuar. Estamos aqui como profissionais para colocar o melhor time na hora adequada", declarou.

 

 

 

 

Fonte: ESPN    

Presidente eleito no último mês de fevereiro, Roberto de Andrade assumiu o Corinthians em complicada situação financeira e vem tentando, aos poucos, recolocar o clube em posição econômica mais cômoda.

 

Uma das providências foi telefonar para o atacante Alexandre Pato, emprestado ao São Paulo, e pedir paciência quanto aos direitos de imagem atrasados.

 

Conforme apurou o ESPN.com.br, assim que assumiu o cargo, o dirigente pegou o telefone e ligou para o jogador para conversar a respeito dos valores devidos, que completam sete meses em março, de acordo com informações vindas de dentro da própria agremiação. No total, são cerca de R$ 2,8 milhões de dívida.

Roberto explicou ao jogador o péssimo momento financeiro do Corinthians e avisou que vai tentar resolver o quanto antes a questão, tranquilizando Pato, que tem contrato com o clube até o fim de 2016. O presidente fez o mesmo com os representantes do jogador: telefonou e explicou que está tentando contornar a situação.

 

Alexandre Pato está emprestado ao São Paulo desde o começo de 2014, quando foi envolvido em uma troca com Jadson. Com contrato até o fim de 2015 no clube tricolor, o jogador vem tentando embalar no Morumbi para se valorizar, voltar à seleção brasileira e ao futebol europeu.

 

Com salário de R$ 800 mil, sendo R$ 300 mil na carteira de trabalho e R$ 500 mil em direitos de imagem, o jogador tem metade de seus vencimentos, R$ 400 mil, pagos pelo São Paulo - q também arca com os encargos trabalhistas da CLT, mais R$ 82,500 -, enquanto o Corinthians banca a outra metade - R$ 400 mil.

 

O time do Parque São Jorge arca com o valor apenas em direitos de imagem, mas vem atrasando os vencimentos do atacante e outros atletas do elenco devido à situação financeira delicada.

 

A prioridade é quitar os cerca de R$ 13 milhões em dívidas com a equipe e o técnico Tite, entre imagem e prêmios, além de aproximadamente R$ 12 milhões de dívidas com empresários, e só depois resolver a situação com Pato.

 

 

 

Fonte: ESPN         /Foto: Getty

O ditado popular "é errando que se aprende" não parece ser muito conhecido no futebol carioca. Um dos quatro grandes clubes do Rio de Janeiro, o Fluminense segue repetindo a mesma receita de fracasso.

 

A demissão de Cristóvão Borges foi a sétima vez nos últimos dez anos em que o técnico que começou seu trabalho nas Laranjeiras no início do ano caiu ainda no Campeonato Carioca. Desde então, a equipe acumula apenas um título estadual.

Não por acaso, quando manteve o treinador durante o Cariocão e também por todo o Campeonato Brasileiro, o Tricolor faturou os dois títulos, em 2012, quando a equipe era comandada por Abel Braga.

 

As outras exceções aconteceram em anos seguintes a conquistas nacionais. Se em 2013 o mesmo Abel ainda colhia os frutos do tetracampeonato, em 2008, Renato Gaúcho resistiu desde o título da Copa do Brasil até o meio do Brasileirão, após a histórica campanha na Libertadores, quando o Flu foi derrotado nos pênaltis na final contra a LDU.

Em apenas uma das sete vezes em que mudou seu treinador, o Fluminense obteve êxito e conquistou títulos na temporada. Em 2010, Cuca caiu após eliminação na Taça Rio, dando lugar a Muricy Ramalho, que levou o clube ao tricampeonato brasileiro naquele ano. Neste ano, também curiosamente, o Flu mudou de treinador só uma vez, fato que se repetiu apenas no ano passado. 

 

Muricy Ramalho, inclusive, foi o único dos sete a pedir demissão. Sua saída, entretanto, já estava praticamente anunciada pelos maus resultados e discordâncias do treinador com a então nova diretoria. Mudanças nos bastidores e principalmente nos poderes que o técnico possuía foram fundamentais, bem como a má campanha na Libertadores e no Carioca. Caso não pedisse demissão, Muricy certamente seria demitido alguns jogos depois.

Os outros grandes cariocas, entretanto, não ficam muito atrás. Em nenhum dos dez últimos anos os quatro clubes mantiveram seus treinadores até o fim do Estadual. O Fluminense, com a demissão de Cristóvão, é o mais "apressadinho". Foi o primeiro dos quatro grandes a demitir o treinador por cinco oportunidades no espaço de tempo referido.

 

 

 

 

 

Fonte: ESPN     /Foto: Google Imagens 

O veterano meia Souza, 36 anos, ex-jogador de São Paulo, Fluminense e Cruzeiro, venceu na última sexta-feira um processo trabalhista contra o Grêmio e vai levar pouco mais de R$ 1 milhão em direitos de arena.

 

Representado pelo advogado João Henrique Chiminazzo, que já trabalhou para o Bom Senso, o atleta reinvidicava diferenças de direito de arena - o 'cachê' que os jogadores recebem por aparecerem na TV (e que não se confunde com os salários e prêmios que recebem) - pelo período que atuou no time de Porto Alegre.

Souza conquistou a vitória em última instância no TST, em Brasília, o que indica que não cabe mais recurso ao departamento jurídico gremista.

 

Curiosamente, o atleta tinha dois contratos com o Grêmio, já que no começo atuou emprestado pelo PSG (FRA) e depois foi comprado em definitivo, mas seus advogados conseguiram provar que os dois documentos representavam um vínculo só.

 

Souza atualmente defende o Passo Fundo e atuou no Grêmio entre 2008 e 2010. Foi campeão gaúcho em seu último ano atuando com a camisa tricolor gaúcha.

 

Ao longo da carreira, o clube em que teve mais destaque foi o São Paulo, onde venceu Campeonato Paulista, Copa Libertadores e Mundial, em 2005, e dois Brasileiros, em 2006 e 2007. Pelo Flu, ainda foi novamente campeão nacional, em 2012.

 

O meia também passou por Botafogo, Libertad (PAR), Guarani, CSA, Portuguesa Santista, Ceará e Passo Fundo.

 

 

 

 

Fonte: ESPN                       /Foto: DIEGO GARCIA/ESPN.COM.BR

Em sorteio realizado na manhã desta sexta-feira na sede da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) ficou definido os quatro confrontos das quartas de final da Copa do Nordeste, que serão realizadas nos dias 25 e 29 de março.

 

Para estabelecer as partidas, os oito classificados foram divididos em dois grupos. No pote um ficaram os quatro primeiros colocados com melhor campanha - Vitória, Bahia, Ceará e Sport. No pote dois ficou o Salgueiro, primeiro colocado com pior campanha, mais os três melhores segundos colocados dentre os cinco grupos - Fortaleza, América-RN e Campinense.

 

Atual campeão, o Sport vai encarar o Fortaleza. Já o Ceará terá como adversário o Salgueiro, enquanto que o Bahia enfrenta o Campinense, repetindo um duelo que ocorreu duas vezes na fase de classificação pelo Grupo E (vitória do Bahia por 1 a 0 na Fonte Nova e empate em 1 a 1 no estádio Amigão). Melhor primeiro colocado na fase de grupos, o Vitória terá pela frente o América-RN. As duas equipes também se enfrentaram na primeira fase pelo Grupo A (triunfo dos baianos por 2 a 1 no Barradão e na Arena das Dunas por 3 a 1). Por terem feito melhor campanha, Vitória, Bahia, Ceará e Sport terão o direito de fazer a segunda e decisiva partida em casa.

 

Confira os confrontos das quartas de final da Copa do Nordeste

Dia 25/3

 

Fortaleza x Sport

Campinense x Bahia

Salgueiro x Ceará

América-RN x Vitória

 

Dia 29/3

 

Sport x Fortaleza

Bahia x Campinense

Ceará x Salgueiro

Vitória x América-RN

 

 

 

 

 

Fonte: ESPN                         /Foto: Viviane Leão/GloboEsporte.com

Vagner Love não foi à rede em nenhuma de suas seis partidas pelo Corinthians, duas delas como titular, mas deixou uma boa impressão em Tite. Crescendo física e tecnicamente, o atacante procurou mostrar serenidade em relação à busca pelo primeiro gol.

"Quero muito fazer, mas estou tranquilo. Acho que vai sair em breve", disse o atleta de 30 anos, que terá novas oportunidades nos próximos dias. Com uma maratona de jogos no Campeonato Paulista, duas equipes totalmente diferentes serão usadas em quatro partidas até o fim do mês.

 

Por enquanto em jejum, Love vem deixando a comissão técnica satisfeita por sua disposição. Visto como esforçado nos treinos, o jogador é elogiado por dar apoio aos companheiros mesmo quando passa os 90 minutos da partida sem sair do banco de reservas.

 

Foi o que aconteceu, por exemplo, na vitória por 2 a 1 sobre o Danubio. De fora, o camisa 29 viu Guerrero - que estava mal até aquele momento - abrir caminho para a vitória. "Queria entrar, claro, mas fiquei muito feliz quando o Guerrero fez o gol e tirou o nosso grito da garganta."

 

Falta Love vibrar com o próprio gol. Quase aconteceu no duelo com o Red Bull, no último domingo. O carioca entrou no intervalo e deu nova força ao Corinthians, errando por pouco dois chutes de pé esquerdo. Ele espera nova oportunidade no domingo, contra o Capivariano.

 

 

 

 

Fonte: ESPN                Foto: Gazeta Press                

A primeira vitória do Cruzeiro na Copa Libertadores esteve longe de empolgar Marcelo Oliveira.

 

Após o placar de 2 a 0 sobre o Mineros de Guayana, na Venezuela, que fez o time celeste chegar à liderança do grupo 3, o técnico criticou o desempenho de seus comandados nesta quinta-feira, em duelo pelo fechamento da terceira rodada da chave.

"Nesses dois anos e pouco que estamos aqui no Cruzeiro, foi a nossa pior partida. Nos preparamos muito bem, todo o trabalho da semana foi visando esta partida. Não sei por que, mas não conseguimos marcar, não conseguimos jogar, passamos muito sufoco. Foi um jogo de kamikaze. Poderíamos fazer o gol no contra-ataque, mas poderíamos levar também", declarou à rádio Itatiaia logo após o apito final.

 

"Com o Charles no segundo tempo, marcamos melhor. Às vezes, quando não pode jogar bem, você precisa ganhar. Três pontos são importantes, mas não se concebe uma atuação tão fraca como hoje", disse o treinador.

 

O triunfo fez o Cruzeiro chegar a cinco pontos e assumir a liderança da chave por ter maior saldo de gols do que o Universitário de Sucre. O Huracán vem logo atrás com três pontos, dois a mais do que o lanterna Mineiros.

 

Além da primeira vitória e da primeira colocação do grupo, o duelo ainda foi especial para os celestes por outro motivo: o time finalmente balançou as redes na Libertadores. Até então, eram dois empates por 0 a 0.

 

Agora, o Cruzeiro voltará a campo no domingo, quando visitará o América-MG no Independência, às 18h30 (de Brasília). Pela Libertadores, o time irá a campo em 8 de abril (quarta-feira), às 21h, para encarar o Mineros de Guayana novamente, só que no Mineirão.

 

 

 

 

 

Fonte: ESPN                 Fonte: Getty 

Eurico Miranda voltou à presidência do Vasco há menos de quatro meses.

 

Desde o dia 2 de dezembro, data de sua posse, a configuração política do futebol carioca mudou. Houve interferências diretas na relação de clubes com a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj) e indiretas do velho cartola até na política interna do arquirrival Flamengo. O Consórcio Maracanã ganhou um desafiador público. O Fluminense, novamente, teve um rival nos bastidores como na década de 90.

 

Na gestão de Roberto Dinamite, o Vasco se posicionava ao lado de Flamengo e Fluminense contra a Ferj e seu presidente, Rubens Lopes. A simples volta de Eurico fez o tabuleiro do futebol carioca balançar. Fiel escudeiro da Federação, Eurico causou um terremoto político ao se agarrar a dois pontos: o lado da torcida vascaína no Maracanã e a cobrança de ingressos mais baratos para o Campeonato Carioca. E atingiu em cheio a dupla Fla-Flu e o Consórcio que gerencia o estádio da final da Copa de 2014.

Rubro-negros e tricolores têm contrato acertado com o Consórcio que gerencia o estádio. A obrigatoriedade de preços mais baixos significaria menos lucro ou prejuízo. Eurico se posicionou ao lado da Ferj e viu a relação dos clubes rivais com a entidade implodir. Trocas de notas oficiais, ameaças de desfiliação, acusações mútuas.

 

De longe, o presidente vascaíno assistiu a tudo. E foi mais incisivo com o Fluminense, ao garantir que não jogaria clássico com o rival se a torcida vascaína não voltasse para o lado direito das cabines de rádio e tv no estádio, como ocorria desde 1950. O Tricolor lembrou de um contrato de exclusividade do setor. O jogo foi realizado no Engenhão, com vitória vascaína.

 

Acuado, o Fluminense respondeu de forma direta, variando entre notas oficiais irônica ou mais agressiva. Agora, a Ferj ameaçou o clube das Laranjeiras de suspensão e cobrou dívida antiga, no valor de R$ 400 mil, não reconhecida pelos tricolores. Em entrevista ao jornal Extra, Peter Siemsen disparou contra Eurico, insinuando que o dirigente poderia estar em busca de vantagem política com a briga sobre o lado do Maracanã. Ex-deputado federal, Eurico, ao seu velho estilo, disparou em nota oficial:

 

"Preciso ressaltar que tenho mais anos de futebol do que ele tem de vida. Não dou o direito a ele de se referir a mim como se estivesse falando com alguém de sua relação".

 

Tiro indireto na política rubro-negra

 

A influência de Eurico Miranda no cenário político carioca não se restringe apenas à Ferj, onde já sentou na cadeira destinada ao presidente, Rubens Lopes, em algumas coletivas de imprensa. Eurico propôs a redução de ingressos e bagunçou o cenário político do Flamengo. Revoltado com a imposição da Ferj e do dirigente vascaíno, apoiada por 12 clubes, o então vice de marketing, Luiz Eduardo Baptista, o Bap, cobrou atuação mais forte do presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello.

 

O tom político utilizado pelo presidente rubro-negro e a costura de um acordo para um jogo no Maracanã contra o Barra Mansa mesmo após abandonar uma reunião em fora xingado por Rubens Lopes irritaram Bap. Um dos cabeças do grupo eleito no fim de 2012, o dirigente deixou o Flamengo, rompeu com Bandeira e promete fazer oposição ao mandatário. O cenário azul da eleição rubro-negra, no fim deste ano, tornou-se cinzento. Indiretamente, com influência de Eurico Miranda.

 

No toma lá, dá cá de notas oficias do futebol carioca, até mesmo o moderado presidente do Botafogo, Carlos Eduardo Pereira, eleito em dezembro, entrou na dança. Irritado por ter sua atuação ao lado da Ferj na guerra com Flamengo e Fluminense contestada por Peter Siemsen, o presidente alvinegro também disparou contra mandatário tricolor via nota oficial.

 

Nas correntes políticas de clubes rivais, como Flamengo e Fluminense, muitos viram o retorno de Eurico como um sinal de alerta. Os problemas eram considerados até previsíveis. Mas Eurico deixou o cenário em meados de 2008. Em uma década, a renovação de cartolas no futebol carioca existiu, mas grande parte jamais havia conhecido de perto a personalidade de Eurico. Até mesmo o Consórcio Maracanã o encarou com ressalvas, embora analise que se trate de um adversário que deixa claras suas prioridades.

 

Ao se eleger novamente presidente do Vasco, Eurico Miranda por vezes utilizou o bordão "o respeito voltou", referindo-se à sua atuação à frente do Vasco, combalido após anos temerários de Roberto Dinamite no poder. Mas ao voltar com o respeito para o Vasco, Eurico voltou também ao seu modo, com influência direta no terremoto que assolou o tabuleiro político do futebol carioca no início deste ano.

 

 

 

 

 

Fonte: ESPN       /Foto: Gazeta Press

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